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Companheiros de Pensamentos

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Evidências



Pedem-me evidências.
Tenho que relatar evidências do meu trabalho.
Será que posso escrever como os olhos do meu aluno ficam brilhantes ao descobrir que as letras podem fazer sentido? Será que posso descrever esse olhar como uma evidência de que estou a mostrar-lhe o início de um mundo novo?
Será que posso escrever como evidência de “Articular Conteúdos”, a alegria que sinto quando um aluno resolve uma situação problemática, seja ela matemática ou não?
Será que posso mencionar como evidência de “Formar para a Vida”, a emoção que sinto ao observar os meus alunos ao longo de um Ciclo e constatar todo o progresso que atingiram?
Será que posso registar como evidência da “Articulação Escola/Família/Comunidade”, todo o respeito, apoio, colaboração e carinho que recebo dos pais e familiares dos meus alunos? Sim, sei que a imprensa está sempre a falar que os pais não apoiam os professores mas, desde que sou professora, tenho tido a “sorte” (chamemos assim) de receber todo o respeito dos encarregados de educação.
Será que estas evidências podem constar de um relatório de auto-avaliação?
Não, não podem. Neste momento, somos comandados por números, estatísticas, níveis de desempenho e blá, blá, blá.
E, eu, sinto-me engolida numa máquina que ordena-me que processe papéis em que estejam presentes números, estatísticas, evidências…

Resta-me um consolo. Esse olhar brilhante, aquele sorriso triunfante, aquela frase sentida pronunciada por um avô, entre tantas outras “evidências”, são as minhas notas de desempenho que forçam-me, cada vez mais, a continuar nesta profissão que tanto amo e respeito.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Auto-Avaliação do Desempenho Docente

(imagem tirada da net)
Como consigo colocar em (até) 6 páginas,
todo o meu trabalho de 2 anos?

sábado, 16 de julho de 2011

Férias

Pois é, finalmente, as desejadas férias chegaram.
Agora vou ter mais tempo para ler, para andar cá no meu blog e nos dos meus companheiros de PensaSentimentos, para arrumar muita bagunça, para "curtir" meus cães e para NÃO FAZER NADA!
Maravilha!

Reflexão


A falsidade e a mentira caminham juntas.
E lá, bem escondida no fundo do ser,
A inveja, a raiva do que eles queriam ser
E encontraram em você…

(desconheço o autor)

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Sobre Cães...


Sim, gosto imenso de ler!
Sim, gosto imenso de ler livros sobre cães!
E o que faz tanta gente escrever sobre esse animal: o cão?
Afinal, o cão é apenas um animal “irracional”.
Alguém dirá: é um tema que vende bem!
Sim; mas os livros de dietas também vendem bem, assim como os de auto-ajuda; assim como os romances que viraram filmes; assim como os de figuras públicas…
Então porque será que se escreve tanto sobre esse animal? E já nem menciono os livros sobre treino e educação canina…
Para mim, é tão simples a resposta: amor canino.
Amor canino? Mas um animal irracional não tem sentimentos!
Sim, concordo! Acontece que, para imensas pessoas, o cão não tem nada de “irracional” (pelo menos, aos olhos dessas mesmas pessoas).
E acredito que qualquer dessas pessoas teria muitos motivos para escrever um livro sobre O SEU CÃO.
Dos livros que já li, uns são baseados em fatos reais, outros pura ficção (mas que poderia ser real).
Se alguém me pedisse para escolher UM que fosse o meu preferido, responderia: o do Kibon, do Tejo, da Boneca, da Luanda, da Nina, do Bambi, do Pimpão II, do Cookie e do Pimpão I. (todos estes animais, nada “irracionais”, fizeram parte da minha vida, sendo que os dois primeiros, ainda fazem).
Mas também poderia ser o livro da Tininha, da Teca e da Puppy. (as cadelitas das minhas grande amigas/irmãs).
Sem falar daquele livro do Nero, do Zambeze… e de tantos outros que pertenceram aos meus Pais.
Pois é isso mesmo; dos livros que li, não consigo escolher um. Todos falam de atitudes bem racionais, de atos de companheirismo, até arrisco a reafirmar, de amor canino. Mas se cada dono de cão escrevesse um livro sobre o seu cão… bem; com certeza que seria igual a tantos outros, porém seria bem diferente de qualquer outro.
Por quê?
Porque o NOSSO cão é ÚNICO!
E antes que surja a dúvida: mas ninguém escreve sobre gatos?
Oh, sim! Também há livros sobre esse animal cheio de personalidade e independência. E quando leio algum livro sobre Gatos, é para aprender mais sobre eles, isto é, sobre seus temperamentos.
Nunca tive um gato. Acho que não seria uma boa dona de gato. Acho que não saberia respeitar a sua independência.
Quem sabe… um dia!




segunda-feira, 4 de julho de 2011

OBA!!!!!!!!!!!!

CONSEGUI COLOCAR UMA FOTO!!!

(SERÁ QUE É POR SER O ANJINHO QUE O MARIDÃO ME OFERECEU?)

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Estou Perdida!!!!

Primeiro, meu computador começa a ficar super lento. E eu comecei a ficar, para além de enervada, muito preocupada. Afinal, estava na época de encerrar o ano letivo, o que sempre envolve um monte de trabalho realizado no computador.

Um amigo, técnico em informática, verifica que ele tinha um vírus.

Pois bem, tratou dele. Ele voltou ao normal e eu voltei ao trabalho.

Agora que já começo a ter mais disponibilidade para voltar ao meu blogue, e quando quero colocar uma imagem neste post... não consigo inserir a imagem!!!! Pode????

Mas por quê não dá?

Eu tenho outro blog, da minha turma, e lá consigo colocar tudo o que quero. Mas, neste, não consigo inserir imagem.

Será que alguém consegue me explicar?

De qualquer forma, vou voltar a "passear" pelos blogues dos meus companheiros.

Me aguardem.

domingo, 12 de junho de 2011

Santo Antonio (de Lisboa)






Seguindo a tradição, lá fiz o meu trono. Lá foi o meu marido comprar o manjerico (vamos lá ver se ele chega até ao São Pedro!)


E neste ano, resolvi colocar, no trono, todos os Padrinhos que tenho: os quatro. Pois é, Santo Antonio é meu padrinho de batismo.


A família de meus pais costumava escolher um/a santo/a para ser padrinho/madrinha de batismo. Assim, meu pai tinha a Nossa Senhora da Paz como Madrinha e a minha mãe tinha a Nossa Senhora da Conceição.


Minha mãe era católica, meu pai não era mas gostava muito de estudar a vida dos santos, admirava seus percursos, e o seu preferido era Fernando de Bulhões, Santo Antonio.


E desta forma, quando me batizaram aos 4 anos, ficou registado na minha certidão de batismo o nome de Santo Antonio de Lisboa (do Mundo), como padrinho.


E será que ele sabe que sou sua afilhada? Não sei. Mas, com respeito a marido, ele soube escolher um ótimo para mim.


Valeu, Padrinho!

Meus CÃOpanheiros





Sinto uma grande paz quando olho para os meus cães. Eles fazem-me sentir bem. Eles "dizem-me" que, apesar de tudo, sempre haverá motivo para brincar, para sorrir para a vida.


Eles fazem-me sentir útil. Gosto muito deles.


Não; eles não são os meus "filhos". Eles são os meus ANJOS CANINOS. São os meus CÃOpanheiros.


Depois de ter aproveitado uma parte de meu tempo observando-os, vendo o seu sono tranquilo, ouvindo o seu ressonar, rindo com as suas travessuras... resolvi fazer estes filmes.


E dedico-os, especialmente, a três Grandes Amigas/Irmãs e sei que o amor que eu sinto por estes cães é igual ao que elas tamém sentem por eles e pelas suas "bebês": Puppy, Teca e Tininha.




domingo, 5 de junho de 2011

Que se passa?


Aos poucos, ando voltando ao meu cantinho, e tenho notado que os "seguidores" não aparecem.
Já pesquisei na "Ajuda" e vi que isso está acontecendo noutros blogs.
Será que há algo que possamos fazer?