Companheiros de Pensamentos

Mostrar mensagens com a etiqueta Leituras. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Leituras. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Presente em forma de CONTO

A Margarida escreve maravilhosamente bem!
No seu blog mas tu és tudo e tivesse eu casa tu passarias à minha porta, ela escreve contos de 250 palavras a partir de palavras (até 5) sugeridas por seus seguidores. E mais uma vez, recebi um espetacular presente em forma de conto com o meu título: "E eu que pensava..."
Passem lá, leiam o "meu" conto e todos os outros e, acreditem, não vão conseguir largar aquele blog.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Preparação para as férias!

Já me abasteci para as férias!


domingo, 25 de novembro de 2012

Lendo as Lombadas

Margarida, no seu blog mas tu és tudo e tivesse eu casa tu passarias à minha porta, lançou um desafio que achei um espetáculo: LENDO AS LOMBADAS.
Gostei tanto que acho que abusei... mas aí vai (apenas coloquei a pontuação):

"ADOECER", "COMO UM ROMANCE", "O VELHO QUE LIA ROMANCES DE AMOR".

"A CABANA", ("A CASA NA PRAIA"); "A MORADA DO SER": "UMA PROFESSORA MUITO MALUQUINHA"!

"SALA DE AULA: QUE ESPAÇO É ESSE?"
"ENSINAMOS DEMAIS, APRENDEMOS DE MENOS".
"O MUNDO É FÁCIL": "A PAZ TAMBÉM SE APRENDE"!

"TIETA DO AGRESTE", "AMAR DEPOIS DE AMAR-TE".

"A FILHA DO CAPITÃO", "TEREZA BAPTISTA CANSADA DE GUERRA" ("UMA VIDA DE CÃO"); "1KM DE CADA VEZ".

"PROFISSÃO PROFESSOR": "O VENDEDOR DE SONHOS"; "NUNCA DESISTA DOS SEUS SONHOS"!

"COMO VENCER NA VIDA SENDO PROFESSOR"?
"APRENDER A APRENDER".
("SE VOCÊ FINGE QUE ENSINA, EU FINJO QUE APRENDO").
"ERA DOS EXTREMOS"!

"MÁGOAS DA ESCOLA".
"O ÚLTIMO SEGREDO":
"ASSINEI O DIPLOMA COM O POLEGAR".

domingo, 17 de janeiro de 2010

"Bitcho Bravo" - Ricardo Rodrigues

Pedi ao colega bloguista Nuno Anjos Pereira permissão para colocar neste meu cantinho, a sugestão de um livro que deve ser muito interessante. Será a minha próxima aquisição.
“O português que viveu 10 anos com lobos. Reportagem de Ricardo Rodrigues sobre a arrebatadora história verídica do biólogo Francisco Álvares, 34 anos, que foi para a região do Barroso estudar durante dez anos as alcateias da região. Nas palavras do autor, Francisco Álvares “foi-se tornando cada vez mais bitcho bravo. Durante uma década, os lobos apresentaram-lhe paisagens de sonho e cumplicidades raramente permitidas pelo meio selvagem. Acarinhou crias, quase adoptou alguns adultos.” É uma extraordinária reportagem feita livro. Dois dias chegam para a ler, é tão intenso que não permite paragens. Retrata o nosso Portugal profundo de uma forma muito simples e autêntica, fez-me recordar as histórias que o meu avô contava acerca dos lobos e dos seus mitos, mas da mesma forma que ele o fazia: intensa, genuína, natural e quase que parecia verdade, e eu sou Ribatejano. Pelo livro fiquei a saber a verdade tanto a esse respeito, da nossa tradição oral, como a nível científico sobre o Lobo. “Bitcho Bravo” não é um livro: é um legado histórico! Deveria ser de leitura recomendada. Incrivelmente foi encontrado pela minha esposa num monte de livros amalgamados dentro de uma caixa metálica numa promoção de supermercado.
“Bitcho Bravo – Rodrigues, Ricardo
A década dos lobos transmontanos. A incrível história do português que viveu 10 anos com lobos. Ainda que algumas pessoas o tratem por Dr. Francisco, todos o conhecem como Chico dos Lobos. Às quatro da manhã, hora em que o Barroso embala em sono profundo, Francisco sobe muitas vezes os montes sozinho para falar com os animais. Trepa para o alto de um penhasco, e com as mãos em concha e começa a uivar. Os lobos respondem-lhe.”
Página 47: “É-lhe mais fácil pôr-se do lado da facção menos óbvia, a dos animais. «O lobo é um resistente, tem conseguido sobreviver a todos os cercos que lhe fazem. Foi o homem que lhe invadiu o território e não o contrário.» Assim é, um fóssil vivo que encontrou nas populações humanas o primeiro predador.”



">

sábado, 22 de agosto de 2009

Augusto Cury



Duas leituras interessantes.
Algumas passagens:
"Nas sociedades modernas, o normal é ser doente e stressado, o anormal é ser saudável, ter tempo para amar, sonhar, contemplar as coisas simples."
"É necessário que os professores sejam valorizados e aliviados. Nunca uma classe tão nobre foi tão desprestigiada profissionalmente. Eles deveriam trabalhar menos e ganhar mais."
"Os professores educam a emoção e trabalham nos solos da inteligência para que os jovens não adoeçam na sua mente, não se sentem nos bancos dos réus, não façam guerras."
"O caos da humanidade é reflexo do desprezo que as sociedades modernas têm pela educação. Nos discursos políticos, a educação está em primeiro lugar, na acção concreta está em último.
As sociedades que desprezam os educadores (professores) desprezam os seus jovens, asfixiam o seu futuro. De facto, a juventude tem sido massacrada pelo sistema. Os nossos filhos estão a perder a sua identidade, são tratados como consumidores, um número de cartão de crédito.
O índice de agressividade, ansiedade, depressão, farmacodependência e alienação social entre os jovens aumenta cada vez mais. Os professores estão stressados e os alunos ansiosos. Quando vamos acordar?"
"Os pais não percebem que as crianças precisam ter infância, necessitam de inventar, correr riscos, decepcionar-se, divertir-se, encantar-se com as pequenas coisas simples da vida. Não imaginam que as funções mais importantes da inteligência dependem das aventuras da criança."

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

"Timbuktu" - Paul Auster


Como ainda estou de férias (e o dinheiro não é muito), tenho praticado a minha actividade favorita: ler.
Desde que tenho lembrança da minha existência, sempre tive a companhia de livros. Quando mal sabia segurar o livro, meus pais deram-me livros de pano. Pois, já fazem parte do outro século. Livros feitos de pano, sem texto, apenas gravuras. Minha mãe ia folheando as poucas páginas e inventado histórias. Outras vezes, era eu que as inventava. (Ainda tenho esses livrinhos.)
Depois, quando comecei a aprender a ler, fui recebendo livros fininhos com poucas frases e grandes ilustrações.
Veio a fase da "Anita" (adorava).
Tive a fase dos Almanaques do Pato Donald, Mickey, Tio Patinhas, etc.
Ao entrar nos meus 10 anos, vieram os clássicos, em versão juvenil: A Ilha Do Tesouro, Os Três Mosqueteiros, Oliver Twist, As Aventuras de Tom Sawyer, Mulherzinhas, e tantos outros.
Depois, instalaram-se os livros a sério (como eu chamava), os livros que poucas, ou nenhumas, ilustrações tinham.
Sempre gostei de ler, sempre sentia-me bem na companhia de um livro.
Meus pais também gostavam de ler; claro que cada um tinha as suas preferências, mas havia sempre tema para as nossas conversas. "Então, o que estás a ler? Fala sobre o quê? Gostas? Por quê? Concordas com o autor?" E sem perceber, meus pais estavam a formar uma leitora crítica, não apenas "devorava" livros, mas reflectia sobre a leitura, tirava minhas próprias conclusões e ensinamentos.
Quando entrei na Faculdade e tinha que ler uma média de 11 livros por ano, apenas numa cadeira... estava no céu (para algumas das minhas colegas era, precisamente, o inferno).
E agora estou a ler "Timbuktu". No início, tive uma certa relutância em adquirir este livro. Confesso que o comprei devido a uma dica de um colega "virtual". Até ao momento, estou a gostar da leitura. Um texto muito interessante pois vai mostrando uma "fotografia" da vida real, com todas as suas hipocrisias e simplicidades, também. Algo que nos rodeia a todo o momento.
Estou ansiosa pelo desfecho (apesar de já saber de um detalhe).
Mas, no fim das contas, um livro é sempre um bom companheiro.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

"Porque é que os cães bebem àgua da sanita?" - Marty Becker e Gina Spadafori


Um livro que fornece muitas informações de uma forma divertida, leve, informal.
"Mas quando o Quixote e a Scooter nos lambem a cara, nos deliciam com as suas brincadeiras e se agitam todos contentes, nós sorrimos o «sorriso» - aquele que apenas os amantes de animais conseguem apreciar." (Dr. Marty Becker)
Há também a versão "gatos".

quinta-feira, 2 de julho de 2009

"Querido Ollie" - Stephen Foster


Eu sei que alguém diria: "Puxa vida, agora andam a aparecer um monte de livros a falar de cães!"

Pessoalmente, já li:

"Marley & Eu", de John Grogan;

"Quill - A vida de um cão-guia", de Kengo Ishiguro;

"Amados Cães", de José Jorge Letria;

"Uma vida de cão", de Kim Levin;

"A encantadora de cães", "O melhor amigo do cão" e "As setes idades do seu cão", de Jan Fennel.


"Querido Ollie é a história real de um homem que não gosta de cães, de um cão que não gosta de homens, de uma luta e de uma conquista."


E é uma história sobre um cão que não tem pedigree. Uma história alegre, feliz, hilariante, bonita.

Gosto de cães mas, aqueles que são chamados de: viralatas, rafeiros, cruzados, arraçados, enfim, aqueles que recebem a sigla SRD = Sem Raça Definida; têm algo especial.

Cada cão é único no seu temperamento, na sua personalidade mas os SRD também são únicos nas suas características físicas... e na sua "malandrice".

Eles têm um certo "ar" de malandros, de traquinas, de espertalhões.

Já tive cães com raça definida e ocupam um lugar no meu coração, como todos os outros que tive.

Afinal, desde bebê que sempre tive a companhia de anjos de 4 patas.

Independentemente, de ter ou não pedigree, os cães são basicamente isso: anjos caninos.

"A Profecia Celestina" - James Redfield


Uma leitura interessante que daria tema para muitas horas de boa conversa.


"Quando alguém se cruza no nosso caminho, traz sempre uma mensagem para nós. Encontros fortuitos são coisa que não existe. Mas o modo como respondemos a esses encontros determina se estamos à altura de recebermos a mensagem."


Li, certa vez, que "O Acaso não existe. O Acaso é o pseudônimo que Deus usa quando não quer assinar."

Tenho passado por muitas situações dificéis na minha vida em que sempre aparece alguém, ou acontece algo, que muda o rumo das coisas e, na maior parte delas, para algo melhor.

Alguns diriam que são puras coincidências...

Não sei. Tenho cá minhas dúvidas...

sábado, 11 de abril de 2009

"Segredos de Família"; Kim Edwards


Recebi este livro das mãos de uma aluna; escolha feita pelos seus pais. Confesso que quando li a contracapa, senti um leve aperto no coração. Pensei que talvez fosse uma leitura que iria deixar-me deprimida. Mesmo com um pouco de receio, comecei a ler. De repente, estava tão envolvida na "trama" que não conseguia parar. Uma história muito bonita. Aqui vai o que li na contracapa:

"A história deste romance notável começa numa noite de Inverno de 1964, quando uma tempestade de neve obriga o Dr. David Henry a fazer o parto dos seus filhos gêmeos. O filho, o primogênito, é perfeitamente saudável, mas David apercebe-se de imediato que a filha é portadora de síndroma de Down. Convencido de que está a fazer o que está correcto, David toma uma decisão precipitada que irá ensombrar as suas vidas para sempre. De leitura cativante e profundamente comovente, Segredos de Família é uma história brilhante sobre vidas paralelas e o poder redentor do amor."

Apenas uma sugestão de leitura.