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Companheiros de Pensamentos

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sábado, 18 de outubro de 2014

AMIZADE

"A AMIZADE É COMO A FOSFORESCÊNCIA:
BRILHA MAIS QUANDO O MUNDO,
À NOSSA VOLTA, ESCURECE."
OBRIGADA!

domingo, 20 de julho de 2014

Rubem Alves


Mais uma grande perda...


domingo, 5 de janeiro de 2014

Eusébio

(imagem tirada da net)
 
Este, sim, É e SEMPRE SERÁ O REI.

Na minha humilde opinião, Pelé foi grande graças à MARAVILHOSA e GLORIOSA equipa que teve: SANTOS FUTEBOL CLUBE; e aos GRANDES companheiros; Bellini, Gilmar, Djalma Santos, Didi, Zagallo, Garrincha, Nilton Santos, Jair, Coutinho, Amarildo, Pepe (só para citar alguns), que sabiam "entregar-lhe" a bola.

Eusébio FAZIA o jogo.

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Professora Conceição Neves Gmeiner

Para mim, o ano termina com uma triste notícia:
 
Faleceu neste sábado a professora Conceição Neves Gmeiner, professora de História da Filosofia na Universidade Católica de Santos (cidade do Estado de São Paulo, Brasil), onde ocupou, por dois mandatos, o cargo de Vice-reitora acadêmica. Ela lecionava também Filosofia na Faculdade de Direito da Universidade Santa Cecília.
Era mestre em Filosofia da Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e doutora em Filosofia Moderna pela Universidade de São Paulo. Era membro da Academia Santista de Letras da qual foi Presidente e do Instituto Histórico e Geográfico de Santos. Atualmente era vice-presidente do Instituto.
 
Já tinha colocado aqui um texto sobre alguns Professores que tive, do qual vou transcrever o que se referia a esta Senhora Professora:
 
"... há uma Professora que sempre se destacou para mim: Professora Doutora Conceição Neves Gmeiner.
Destacou-se pela sua enorme cultura, grande sabedoria e pela grande Pedagoga que é.
Ensinou-me que o fato de ser autoridade não tem nada a ver com ser autoritária.
Ensinou-me que a verdadeira Professora conhece, a fundo, seus alunos e deve ter o cuidado de direccionar suas aulas para TODOS eles.
Ensinou-me que o bom humor deve estar presente nas aulas mas que não deve ser vulgar.
Ensinou-me que nós somos o que pensamos.
Ensinou-me que a discussão é enriquecedora quando baseada em argumentos válidos.
Ensinou-me que sempre devemos reflectir no que queremos, realmente, para nossas vidas.
Ensinou-me que, na vida, há sempre prioridades e devemos saber classificá-las.
Ensinou-me que a verdadeira Professora toma conhecimento dos problemas de seus alunos (quaisquer que sejam) e tenta apontar para possíveis soluções.
Lembro quando ela obteve o seu Doutoramento em Filosofia com nota máxima e menção honrosa.
Nós, enquanto alunas, ficámos a saber, não por ela... e quando ela apresentou-se para a aula, nós dissemos-lhe: "- Agora temos que passar a tratá-la por Doutora!"
E ela, parou imediatamente na entrada da sala de aula, virou-se para nós e disse: "- Antes de ser Doutora, fui, sou e sempre serei Professora."
Uma Professora que deixou-me uma profunda marca."
 
Sim, deixa uma grande marca.
Foi minha Professora nas disciplinas de Filosofia da Educação e História da Educação.
O primeiro dia de aula que tive com ela coincidiu em ser o primeiro dia das aulas na faculdade. Ela inicia a sua aula, dando-nos o cronograma com as datas para a entrega dos trabalhos a realizar e a lista dos livros a ler, naquele ano, nas duas disciplinas: 22. Exatamente, apenas 22 livros para ler; e só para citar um exemplo: Odisseia, de Homero. (E não adiantava procurar "resumos", pois ela abordava TODO o livro.
Sim, para ela, o estudo não era brincadeira.
O curso de Pedagogia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, da Universidade Católica de Santos era para formar PEDAGOGOS. Não era um curso para aqueles que "apenas" queriam um curso superior. Não.
Era um Curso exigente, trabalhoso, árduo e ela levava isso bem a sério, bem como fazia com que nós também o levássemos. (Só uma nota: o curso iniciou com 61 alunos e terminou, 4 anos após, com 22.)
Era uma excelente Professora. Exigia o máximo de nós, pois sabia do potencial que tínhamos para desenvolver.
Não tinha paciência para a irresponsabilidade, para a falta de empenho ou para o desrespeito. Simplesmente, não perdia tempo com isso.
Conhecia bem os seus alunos. Sabia "tocá-los".
Deixa muitas saudades... mas o seu exemplo é inesquecível.
 
(imagem tirada da net)
 

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

TRISTEZA

Hoje dei uma pequena volta com meu marido e fiquei amargurada ao ver tanta terra queimada.
O fogo beirou as casas, destruiu plantações, devorou armazéns, levou bombeiros...
E quando penso que, muitas vezes, há origem criminosa, a minha amargura transforma-se em raiva.
Pessoas que levam vidas a construir algo que, em segundos, é destruído pelo fogo...
Perturba-me quando vejo as reportagens na comunicação social, emociono-me quando vejo o desespero das pessoas, admiro e respeito o trabalho dos bombeiros.
Estes, sim, seguem o lema: SERVIR PORTUGAL.
(Se os nossos políticos tivessem um terço da sua abnegação... que bom que seria!)
 

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Um Marco na Arquitetura

"A gente tem que sonhar,
senão as coisas não acontecem."
 
Oscar Niemeyer

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Grande perda!

Para mim, uma grande perda.
Um grande Professor,
um grande Historiador,
uma Pessoa Educada e Sensível.
Fica um enorme vazio.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Feliz Dia do(a) Professor(a) - em Portugal

Ache essas e outras imagens no site Mensagens & Imagens

[red][b]Mande mais imagens pelo site www.mensagenseimagens.com.br[/b][/red]

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Dia Mundial do Professor


Hoje, 5 de outubro, as Nações Unidas celebram o Dia Mundial do Professor, cujo tema de 2010 é "Recuperação Começa com Professores".

domingo, 18 de julho de 2010

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Eric Clapton Tears In Heaven ( tradução ) Lágrimas no Paraiso


Para vocês, Henrique e Pedro, onde estiverem. (Saberiam o meu nome se me vissem no paraíso?)

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Dúvida?

Ana Paula ou Rosa Carioca???
A Maria João colocou essa questão e eu vou explicar, direitinho.
Meu nome é Ana Paula.
"Rosa Carioca" é mais uma forma de lembrar meus pais: "Rosa" é o sobrenome de minha mãe e "Carioca" tem a ver com meu pai, pois ele nasceu no Rio de Janeiro, portanto, carioca. Desta forma, já está tudo esclarecido.

terça-feira, 30 de março de 2010

Maternidade Alfredo da Costa


Na Maternidade Alfredo da Costa, não trabalham pessoas.
Já há muito tempo que tinha vontade de escrever sobre a minha “estadia” na Maternidade onde eu nasci.
Há seis anos que sinto uma vontade enorme de colocar cá para fora o que penso sobre aqueles com quem convivi 22 dias.
Há seis anos, encontrava-me grávida de gémeos.
Tudo corria bem, apesar de ser uma primeira gravidez, apesar de ter mais de 40 anos, apesar de ser uma gravidez de gémeos.
Era seguida e bem acompanhada pela minha médica, através de análises, ecografias, até amniocentese…
Até que… durante uma ecografia, só ouvimos um coraçãozinho.
Lembro, exactamente, o que minha médica disse, naquele momento: “Perdemos um.”
Segui, imediatamente, para a Maternidade Alfredo da Costa para tentar salvar o outro bebé, pois o Pedro já tinha falecido. (E não me venham falar que não posso dar um nome a um feto morto. Dentro da minha barriga, já era meu filho).
E então comecei a ter contacto com aqueles que não são pessoas.
Desde aquela enfermeira que aplicou as injecções com mãos de fadas; no bloco operatório, quando faziam cesariana; e na SALA 5, da Unidade dos Cuidados aos Prematuros. E foi, precisamente, na Sala 5, que constatei que ali não trabalhavam pessoas. Sim, só tive contacto com Anjos.
No bloco operatório, estava extremamente nervosa e toda a equipe trabalhou para acalmar-me, até conseguiram que eu risse (depois de ter tido uma crise de choro).
Não vi meu bebé, quando nasceu. O Henrique tinha 27 semanas e 630 gramas. Teve que ir logo para a famosa Sala 5, onde tudo acontece em cada minuto.
Foi incrível como os Anjos se dividiam. Enquanto uns cuidavam do Henrique, outros cuidavam de mim, dando-me força, apoio psicológico, ânimo. Sempre com um sorriso, um toque no ombro, uma palavra alegre.
O Henrique ficou na Sala 5, na cama 1, durante 22 dias. Lutou, cada minuto, durante esses 22 dias.
Durante 22 dias, vi aqueles Anjos a entrarem nessa luta de corpo e alma. As doutoras e as enfermeiras (os) estavam sempre atentas (os) a tudo e também tinham a paciência de me explicar tudo o que se passava com meu filho.
Até as voluntárias da Sala 5, eram especiais. Lembro de um dia, em que o Henrique lutava mais uma vez pela vida e que estava rodeado por uma equipa de médicos e enfermeiros. Ao ver aquilo, fiquei sem reacção. Surgiu logo uma voluntária para me apoiar. Com uma mistura de graça e seriedade, foi contando a situação e acalmando-me.
No dia seguinte, a situação estava estável, essa voluntária aproximou-se de mim, olhou-me bem nos olhos e disse: “Pois é. Ontem, o Henrique quis ir jogar bola com o irmão. Mas o irmão mandou que voltasse, pois ainda não havia vaga na equipa.”
Ao fim de 22 dias, o Henrique juntou-se à equipa do Pedro.
Lembro de todas as situações que vivi nesses dias mas lamento imenso não ter registado os nomes daqueles Anjos.
Não sei os seus nomes, mas nunca esquecerei como são dedicados, pacientes, sensivéis, profissionais e, acima de tudo, Verdadeiros Anjos.

domingo, 14 de março de 2010

André Segóvia - o Pai do Violão Clássico



Segóvia orgulhava-se de "roubar os jovens aos Beatles".
Aqui executa uma obra de um grande compositor brasileiro, Heitor Villa-Lobos. Segóvia foi um fenômeno. Nesta actuação, ele dá-se ao luxo de afinar uma corda enquanto toca.
Simplesmente, ÚNICO.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Procurava-se (mais) um amigo


Não precisava ser homem ou mulher (mas é mulher), bastava ser humano, bastava ter sentimentos, bastava ter coração.
Precisava saber falar e saber calar, sobretudo saber ouvir.
Tinha que gostar de poesia, da madrugada, de pássaros, do sol, da lua, do canto dos ventos e canção das liras.
Devia ter amor, um grande amor por alguém, ou então sentir falta de não ter esse amor.
Devia amar o próximo e respeitar a dor que todos os passantes levam consigo.
Devia guardar segredo sem se sacrificar.
Não era preciso que fosse de primeira-mão, nem era imprescindível que fosse de segunda.
Podia já ter sido enganado, todos os amigos o são.
Não era preciso que fosse puro, nem que fosse de todo impuro, mas não devia ser vulgar.
Devia ter um ideal e medo de perdê-lo, e no caso de assim não ser, devia sentir o grande vácuo que isto deixa.
Tinha que ter ressonâncias humanas, seu principal objectivo devia ser o de ser amigo.
Devia sentir pena das pessoas tristes e compreender o imenso vazio dos solitários.
Devia gostar de crianças, e de ter alegria delas terem nascido.
Procurava-se um amigo para gostar dos mesmos gostares, que se comovesse quando chamado de amigo.
Que soubesse conversar de coisas simples, de orvalhos, de grandes chuvas e recordações.
Precisava-se de um amigo para não enlouquecer, para se contar o que se viu de belo e triste durante o dia, dos anseios e das realizações, dos sonhos e da realidade.
Devia gostar de ruas desertas, de poças de chuva e de caminhos molhados, de beira de matos depois da chuva, de se deitar na relva.
Precisava-se de um amigo que dissesse que vale a pena viver, não porque a vida é bela, mas porque já se tinha um amigo.
Precisava-se de um amigo para parar de chorar, para não se viver debruçado no passado, em buscas de memórias felizes.
Precisava-se de um amigo que acreditasse em nós.
Precisava-se de um amigo para se ter consciência de que ainda se “Vive”.

Hoje, faz um ano que conheci alguém que tem contribuído muito para uma bela Amizade. Alguém que tem uma Família linda, com a qual meu marido e eu gostamos muito de conviver. Alguém que tem tudo a ver com este poema, que não é de minha autoria mas onde fiz umas “alteraçõezinhas”. Desejo, de coração, que este seja apenas o primeiro de muitos anos de Amizade. Obrigada, Carla, por existires e por fazeres parte daquele grupo, muito especial, que tenho a honra e o prazer de chamar de “AMIGOS”.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Tributo aos meus Professores


Há Professores e professores. Diria melhor, há Professores e pessoas que têm o emprego de professor.
Posso dizer que tive ambos. A minha primeira Professora, Profª Angélica Martins Garcia, foi marcante pela sua atenção permanente com seus alunos. Não era de dar miminhos nem beijinhos mas estava sempre atenta às nossas dificuldades. Nunca a vi usar a palmatória, nunca a ouvi desprezar alguém. Foi um bom exemplo para mim.
Depois tive algumas pessoas que tinham o emprego de professora e não vou perder tempo a escrever sobre elas. Não compreendo como pode--se tratar os alunos levando em conta a situação financeira dos respectivos pais. Enfim...
Nos 6º, 7º e 8º anos, tive a grande oportunidade de ser aluna da Profª Terezinha Campos, leccionava História e Geografia do Brasil. Que Professora! Que sabedoria, que cultura, que psicologia! Ela agigantava-se quando ensinava-nos factos históricos. As aulas dela eram puro prazer. E quando era necessário repreender algum aluno, por mau comportamento, sua voz baixava de tom mas a força da razão fazia-se ouvir bem alto dentro de nossas cabeças e corações.
Depois, no antigo Liceu São Paulo, tive Professores com características bem distintas:
- Profª Laura (Matemática): tinha o dom de apresentar os conteúdos com uma facilidade, que descobríamos todos os "segredos" das fórmulas matemáticas.
- Prof. Waldemar (Química): sabia muito mas não tinha muita paciência para ensinar. Mas, devido ao seu valor, foi escolhido para ser o Padrinho da Turma.
- Profª Rosely (Inglês): foi a única Professora que conseguiu que gostasse de inglês.
- Prof. Laurindo Chaves Neto (Hematologia, Biologia): ensinou-nos muito mais do que conteúdos necessários para o mercado de trabalho, ensinou-os como seria o próprio ambiente de trabalho.
- Profª Solange (Educação Física): preocupava-se com cada aluno, dentro das suas habilidades (ou não, como no meu caso).
- Prof. Paixão (O.S.P.B.=Organização Social e Política do Brasil): apenas tenho a dizer que foi um GRANDE PROFESSOR.
Depois veio a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, da Universidade Católica de Santos, onde tive Bons Professores e Boas Professoras. Todos merecem o meu mais profundo respeito e admiração mas... há uma Professora que sempre se destacou para mim: Professora Doutora Conceição Neves Gmeiner.
Destacou-se pela sua enorme cultura, grande sabedoria e pela grande Pedagoga que é. Ensinou-me que o fato de ser autoridade não tem nada a ver com ser autoritária. Ensinou-me que a verdadeira Professora conhece, a fundo, seus alunos e deve ter o cuidado de direccionar suas aulas para TODOS eles. Ensinou-me que o bom humor deve estar presente nas aulas mas que não deve ser vulgar. Ensinou-me que nós somos o que pensamos. Ensinou-me que a discussão é enriquecedora quando baseada em argumentos válidos. Ensinou-me que sempre devemos reflectir no que queremos, realmente, para nossas vidas. Ensinou-me que, na vida, há sempre prioridades e devemos saber classificá-las. Ensinou-me que a verdadeira Professora toma conhecimento dos problemas de seus alunos (quaisquer que sejam) e tenta apontar para possivéis soluções.
Lembro quando ela obteve o seu Doutoramento em Filosofia com nota máxima e menção honrosa.
Nós, enquanto alunas, ficámos a saber, não por ela. Quando ela apresentou-se para a aula, nós dissemos-lhe: "-Agora temos que passar a tratá-la por Doutora."
E ela, parou imediatamente na entrada da sala, virou-se para nós e disse: "- Antes de ser Doutora, fui, sou e sempre serei Professora."
Uma Professora que deixou-me uma profunda marca.
E, para finalizar, o meu grande tributo aos meus primeiros Mestres: os meus Pais, que ensinaram-me tudo o que sou.

sábado, 3 de outubro de 2009

domingo, 10 de maio de 2009

GRANDE PROFESSOR



Meu Professsor, grande Amigo, excelente Maestro.
Tive uma agradável surpresa em ver estes vídeos. Parece que um filme desenrolou-se na minha memória: as aulas, os ensaios, as apresentações, os ensinamentos, as lições de simplicidade, o exemplo de um Amante da Música; tanta coisa...

Maestro Antonio Manzione



Parabéns, Maestro. Que seu trabalho seja sempre bem reconhecido.