Companheiros de Pensamentos

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sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

12 Anos

Tejo, após um ano de grandes perdas, minha mãe e meus filhos, eis que um anjo colocou-te em nossas vidas.
Vieste com a missão principal de arrancar sorrisos a mim e ao teu dono num momento muito triste para nós. E ainda arrancas!
Nessa altura, foste um ótimo e grande antidepressivo, sem a menor dúvida.
Não sabemos bem a data do teu nascimento mas escolhemos o dia 8 de dezembro para comemorarmos o teu aniversário e, hoje, comemoras 12 aninhos na nossa companhia.
Sabemos que a idade está chegando: as tuas patinhas já se ressentem, teu soninho é mais longo, teus olhinhos necessitam de cuidados… mas tu sabes que podes continuar a contar com todo o carinho, muitas festinhas e miminhos, como esta refeição especial.
E, para quem não queria cães grandes, não podia gostar mais de ti, meu “bezerrinho”!

Muitos Parabéns, Tejo Lindo!

domingo, 15 de outubro de 2017

Parlamento aprova entrada de animais de estimação em restaurantes

Foto: Leonel de Castro/Global Imagens

Parlamento aprova entrada de animais de estimação em restaurantes: A Assembleia da República aprovou projetos do PAN, do BE e do PEV que possibilitam a permissão de animais de companhia em estabelecimentos fechados de restauração, para além dos cães de assistência já autorizados por lei.


Concordo. O proprietário do estabelecimento é que deve ter o poder de deixar ou não.
Nunca me preocupei em comer ao lado de um animal de 4 patas. Já ao lado de "certos" animais de 2 patas... Ui!!!!!!!!
Sem falar que "alguns" animais de 2 patas são bastante mais RUIDOSOS do que muitos cães!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
De qualquer forma, continuo a afirmar que o maior problema está no bom censo do dono do animal.
Já cheguei a frequentar estabelecimentos com a Boneca (ao meu colo) e o Kibon (no chão "coladinho" a mim).
Mas não levaria o Tejo! O excesso de meiguice que este meu cãopanheiro tem e a vontade dele em ESPALHAR beijinhos... pois... seria complicado!!!!!
No entanto, a culpa não é dele e, sim, minha que não o eduquei para ser comedido nas suas demonstrações de afeto!
É claro que as mesas deveriam estar dispostas com maior intervalo entre elas; que deveria haver áreas reservadas, da mesma forma que há para os fumantes.
Se outros países já permitem isso, não vejo qual o problema de também evoluirmos nessa área.
Lógico que, acima de tudo, tem que haver educação por parte dos animais de "2" patas!

sábado, 12 de novembro de 2016

Adeus, Kibon.




Para alguns, foi apenas um cão. Para outros, como eu, foi um CÃOpanheiro de 16 anos e 3 meses.

Alguns nunca entenderão porque outros, como eu, choram a morte de um animal.

Nem vou me dar ao trabalho de explicar porque alguns nunca irão entender.

No entanto outros, como eu, choram a morte do Kibon.

Mas este choro vai parar porque vou apenas relembrar todas as peraltices que ele fez, todas as lambidelas que deu, todas as peripécias que vivemos juntos, a grande companhia que proporcionou às pessoas que o amaram.

"Amor? Mas alguém ama um cão?" (dirão alguns.)

Sim, responderão outros, como eu, porém nunca amaremos tanto quanto nos amou.

SERÁS SEMPRE O MEU "KIBON LINDO"
E OBRIGADA POR TERES SIDO
UM BOM E GRANDE CÃOPANHEIRO!

domingo, 2 de outubro de 2016

De novo!

Mais uma vez, o Tejo pregou-nos um susto.
Um inseto picou-o e como ele é alérgico começou a sentir-se mal.
O seu olhar a pedir-nos ajuda, cortava nosso coração.
Como é grande o sentimento de impotência!
Felizmente, temos um Veterinário que é um Excelente Profissional, um Enorme Ser Humano e, mesmo no dia da sua folga, veio em nosso socorro. Rapidamente, tratou-o e o Tejo melhorou de imediato.
Já estamos todos (cão e dona) aliviados!


quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Fim de Ano


E ele está chegando!

Que venha com muito Bom Humor, Saúde, Trabalho,

Paz, Amor e Harmonia, para todos nós!

Feliz 2016!



quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Meu KIBON lindo!!!!

Hoje o KIBON completa 15 anos!
É verdade! Chegou em nossa casa com apenas 6 semanas!
Roía tudo o que encontrava: chinelos, esponjas, blusas, tapetes, plantas, tacos de madeira, ombreira das portas, chão de cimento do quintal… Resolvia fazer passeios por conta própria (nessas alturas era o meu coração que ficava aos “sopros”)… Sem falar nas inúmeras caminhas que ele destruiu…
Agora já não faz nada disso, apesar de continuar a saltitar como um cabritinho… mas a idade já se faz sentir…
O meu cãopanheiro já não ouve e nem vê bem. Tem insuficiência renal e sopro no coração.
O que se faz com um cão que já não tem aquele focinho de cachorrinho indefeso?
O que se faz com um cão que tem que comer uma ração bem mais cara?
O que se faz com um cão velho?
O mesmo que se fez com aquele cachorrinho indefeso de 6 semanas: AMA-SE COM TODA A NOSSA FORÇA!
O que se faz com um cão velho? Pede-se a Deus que ele não sofra. Nunca!
O que se faz com um cão velho? Acarinhamos a cada dia como se fosse o último.
O que se faz com um cão velho? Damos todo o conforto, cuidado e respeito que ele merece.
E porquê?
Porque esse cão velho é o MEU KIBON, SEMPRE LINDO!
Parabéns, meu cãopanheiro KIBON! Que venham mais anos confortáveis para ti, meu KIBON LINDO!

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Tejo e GNR

Em boa companhia!

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Revista WOOF



 A revista WOOF já vai no seu 4º número.
É uma revista completa: histórias, dicas, lições, curiosidades, diversão... É uma revista que coloca, em primeiro lugar, o CÃO.
Não é uma daquelas revistas especializadas em exposições, raças, enfim...
Neste número de dezembro, saiu a história do meu KIBON!!!!!!
Para mim, foi um verdadeiro presente!

Quem não achou muita graça foi o Tejo...
Acho que ficou com uma boa dose de ciúmes...

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Parabéns, Tejo!

PARABÉNS, TEJO !


E obrigada!

Há quase 9 anos recebíamos um presente fofo, maluco, divertido.
Um cão sem dono, sem pedigree, sem afixo, sem pais campeões, sem "raça" definida. Não sabíamos nada sobre ele, nem a idade ao certo. Apesar de não ser católica, decidimos que comemoraríamos o seu aniversário no dia 8 de dezembro. E tem sido uma benção na minha vida! Um cão ser uma benção? Sim, uma benção.
2004 não foi um ano nada feliz. Iniciei o ano com o falecimento de minha mãe, pela metade do ano, perdi os meus bebés e terminei o ano com um aborto espontâneo. Foram momentos muito dramáticos e estava muito difícil seguir em frente.
Já tinha a companhia do Kibon mas a chegada de um furacão em casa, obrigava-me a reagir rapidamente.
E foi assim que este cão rafeiro, vira-lata, ajudou-me muito a não cair numa depressão.
Ele obrigava-me a ensinar-lhe "boas maneiras".
Ele obrigava-me a brincar.
Ele obrigava-me a rir.
Ele obrigava-me a ver que a vida continua e que as pessoas que nos amam, mesmo não estando presentes fisicamente, querem sempre ver-nos felizes. 
E foi assim, que este cão "maluquito" evitou que eu caísse numa depressão (não tenho dúvidas).
E se alguém pensar: "E o seu marido?"
O meu marido viveu as mesmas dores (ele gostava imenso da minha mãe); portanto, não é exagero dizer que este cãozito ajudou, não uma, mas duas pessoas a voltarem a viver.

9 anos (mais ou menos = 61 aninhos) Valeu, Tejo!

sábado, 8 de novembro de 2014

COOKIE e BONECA


Hoje resolvi olhar fotos antigas.
Talvez por estar a aproximar-se a altura de que muitas pessoas dão cachorrinhos de presente, como se fossem um brinquedinho engraçado que os filhos fartam-se de pedir, detive-me em duas fotos.
A 1.ª é do Cookie, o meu primeiro cão, que foi-me oferecido quando eu nasci. É verdade; quando cheguei da maternidade, já lá estava.
Minha mãe sentou-se numa poltrona, chamou o Cookie e o Pimpão (na altura, já com os seus 11 aninhos), descobriu os meus pés e deixou que os dois “peludos” cheirassem, lambessem…
Ela contava esta história e dizia que a minha reação foi sorrir muito.
E assim, desde que me conheço por gente, sempre tive a companhia de um ou dois canitos. E também foi assim que, desde tenra idade, fui educada a cuidar, respeitar e procurar entender o cão. Meu pai até dizia: “o cão tem sempre razão”.
Não interessava a raça. Interessava aquele ser vivo que merecia toda a nossa atenção e responsabilidade.
Em certa altura, tivemos que ausentar-nos por cinco anos e o Cookie (o Pimpão já tinha falecido) ficou com familiares próximos, na mesma casa onde vivíamos. Quando retornámos, o Cookie já estava completamente cego, já tinha 13 aninhos; porém reconheceu cada um de nós, e sua alegria foi dobrada quando reencontrou minha mãe. Inesquecível!

A 2.ª foto é da Boneca.
A Boneca estava numa gaiola de uma loja de animais e impressionou-me porque, ao contrário do que costumamos ver com outros filhotinhos, essa coisinha minúscula mordia, raivosamente, a gaiola.
Perguntei ao dono da loja qual seria o preço dela (na esperança de estar além das minhas posses e conformar-me em não poder levá-la). Porém, ele respondeu que se eu sorrisse, dava-me de presente. Apesar de, na altura, ter uns 15 anos, conclui que aquele filhote devia ter algum defeito; ao que o dono esclareceu porque estava a oferecê-lo: não tinha raça e era fêmea. Imediatamente, olhei para a minha mãe e… lá trouxemos a Boneca.
A Boneca viveu quase 19 anos.
Quando alguém quer levar para casa um filhotinho fofinho, pequenino, engraçadinho, tem que ter plena consciência de tudo o que está em jogo. Está em jogo um bichinho que vai crescer, vai fazer asneiras, vai precisar de cuidados, principalmente, quando atinge a sua velhice.
A Boneca acabou por ficar cega, surda, com artrite (que dificultava muito a sua locomoção), teve que passar por duas cirurgias; mas sempre mereceu todo o nosso respeito, cuidado e muito, muito miminho.

Cão não é brinquedo!


segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Tejo em recuperação

Fico sempre muito feliz com os comentários que são colocados neste meu "cantinho" e queria agradecer, em especial, os deixados no post anterior: "Oh, Tejo!"
Muito obrigada.
O Tejo tem feito repouso absoluto, o que tem contribuído muito para a sua recuperação. O Dr. quer que esse repouso absoluto continue mas está confiante que o meu "maluquito" vai ficar bem.

Obrigada!

domingo, 17 de agosto de 2014

Oh, Tejo!

Esta é a única parte de que não gosto, no que diz respeito a animais: quando o Veterinário tem que ser requisitado!
O Tejo, que tem 25 kilos e é maluco por natureza, começou a coxear, a ficar muito tempo deitado na sua caminha e a olhar-me de um jeito que "dizia" que algo, menos bom, se passava.
No dia seguinte, não colocava a pata direita, traseira, no chão. Direto para o Veterinário.
Diagnóstico: rompimento dos tendões!
Meu coração apertou-se de uma maneira... Meu marido só não chorou porque... fez um enorme esforço..
O Dr., para além de aplicar-lhe uma injeção, recomendou REPOUSO ABSOLUTO.
O Dr. perguntou como isso podia ter acontecido.
Não sei!
Estou de férias, permanentemente em casa, com eles. Como pode ter acontecido?
O médico quis ver onde morávamos, pois se fosse preciso ir a casa, de urgência, não perderia tempo a procurar.
Quando chegou à nossa morada e viu as escadas de acesso... fez-se luz!
Claro que foi uma descida mais brusca (eu já disse que meu cão é maluco?).
Agora, o importante é conter a "maluquice" e fazer com que tenha o máximo de repouso (para que não seja preciso operar).
Mas o Tejo, para além de maluco, é muito esperto e já está a "poupar-se".
(Só receio que ele sinta uma pequena melhora e queira "amalucar-se".)
É nestas horas que eu queria gostar menos deles mas...

...é impossível não amá-los de todo o meu coração!


quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Obrigadooooooooooooooo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

O Kibon agradece todas as mensagens de Parabéns que recebeu e manda um "cheiro" a todos os companheiros da dona.

terça-feira, 12 de agosto de 2014

KIBON - 14 anos

Um Sénior!
Pois é; o meu Kibon completa 14 anos!
Olhando para esse cão “velho, meio surdo, pouca visão, com insuficiência renal, coração menos jovem, pelugem branca”… o que, realmente, eu vejo?
Vejo um cachorro lindo, alegre, meigo, companheiro, com um feitio especial mas com muita personalidade, um “anjo canino”.
Há pouco tempo, alguém me procurou, perguntando-me se conhecia alguém que quisesse uma cachorrinha novinha. Essa pessoa não podia ficar com ela porque o senhorio não permitia, o marido não queria, a filha não se acostumava, etc. Enfim, a cachorrinha seguiu para novos donos.
Qual o meu espanto, ao verificar que, após pouco tempo, essa pessoa tem uma outra cachorrinha, bem mais novinha.
Mas… e o senhorio?... o marido?... a filha?...
Pois é… Um cachorrinho-bebé é muito fofinho, muito engraçadinho!
Mas… acompanhar o crescimento de um cão dá trabalho e é preciso muita, mas muita paciência; sem falar, claro, de muito amor.
Palpita-me que, talvez, daqui a um tempo… a cachorrinha tenha que seguir para outros donos…
Com o Kibon não foi diferente. Deu muito trabalho educá-lo. Minha mãe teve que ter muita paciência, mesmo! Estragou muita coisa (mas mesmo muita coisa), sujou muito, assustou-nos imenso quando adoeceu, deu e dá despesa (claro!), diminuímos a duração de nossos passeios, nossas viagens, mas, como poderia ser diferente? Não dava para descartá-lo; aliás, ele faz parte do nosso agregado familiar.
E assim espero que continue por muito e bom tempo…

Parabéns, meu Kibon lindo!



domingo, 9 de fevereiro de 2014

Abandono


Ao procurar casa, a selecção começava por saber, PRIMEIRO, se havia espaço suficiente e de qualidade, para o cão.

Férias? Acabaram! Ou se resumem a um fim de semana.

Quando tive uma cadela, nunca quis que tivesse filhotes, pois não teriam coragem de vê-los partir para outros tutores (muito menos, vendê-los).
A Boneca viveu 19 anos e nos seus últimos anos já estava cega, surda, com artrite, sofreu duas intervenções cirúrgicas e morreu de velhice.

Kibon veio para casa com a “certeza” que não passaria do tamanho mini e de 2 kilos. Hoje tem 13 anos e meio, pesa 12 kilos, tem insuficiência real e o tamanho… bem… não é nada mini.

Xixi no tapete???? SÓ no tapete????

E com respeito ao Tejo… bem… ele daria todos os motivos para que qualquer DES-humano o “despachasse”, mas… enfim… para se ter um animal deve-se pensar, primeiro, se se quer mesmo que a FAMÍLIA aumente.
Ah, pois! O animal passa a fazer parte do agregado familiar!

E o Tejo veio trazer muita alegria ao meu agregado familiar!


terça-feira, 29 de outubro de 2013

Dois cães por apartamento

Ouvi no noticiário que o governo está a pensar limitar a dois cães por apartamento.
Se acho mal? É muito relativo.
Se uma pessoa tem quatro cães de pequeno porte (pinscher, chihuahua) e leva-os, regularmente, a passeios, tem a preocupação de não causarem incómodo a outros, cuida da saúde e higiene; não vejo nenhum problema.
Mas se vive num apartamento com um cão de porte grande (malamute, pastor alemão, dogue), se esse dono está fora durante todo o dia e apenas "passeia" 10 minutos de manhã e outros 10 à noite... acho um crime!
Para mim, não é APENAS a quantidade de animais em apartamento. Mais importante é a BOA QUALIDADE de vida que o dono proporciona ao seu animal, respeitando e suprindo todas as suas necessidades.
Não vivo em apartamento. Tenho uma boa área onde meus cães podem movimentar-se mas não teria um 3º cão, pois acho que a "qualidade" do espaço físico iria diminuir.
Enfim... mas eu não sou nenhuma especialista na matéria...
 
 

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Meu KIBON lindo


E agora? O que fazer?

O pelo está a embranquecer...
Já não ouve tão bem…
Desenvolvem-se umas cataratas…
Surgiu a insuficiência renal…
Há alterações na próstata…
Forma-se um pequeno tumor…

E agora? O que fazer?

Completou 13 anos!

Joga-se fora?
Impossível!

E agora? O que fazer?

Aproveitar cada dia da sua companhia…
Continuar a dar muitos miminhos…
Proporcionar uma boa qualidade de vida…
Já escrevi aqui como esse “anjo canino” entrou nas nossas vidas e, portanto, vou continuar a chamá-lo de:
“MEU KIBON LINDO!”

(e tomara que seja ainda por muito tempo)
 

sábado, 8 de dezembro de 2012

Contos de 250 palavras

Margarida resolveu oferecer, nesta época natalina, um presente muito valioso: um conto!
Pediu cinco palavras e, a partir daí, "montou", "confeccionou" e "embrulhou" carinhosamente cada presente.
Aconselho, vivamente, que conheçam esses contos tão lindos no blog mas tu és tudo e tivesse eu casa tu passarias à minha porta.
É claro que sou suspeita mas... AMEI O MEU PRESENTE, intitulado Depois da primeira queda, já .

E já agora, e porque também tem algo a ver, aí vai uma foto do aniversariante de hoje: o Tejo; ele faz 7 aninhos mas nós é que temos o privilégio de conviver com este meigo e grande PRESENTE.

domingo, 18 de novembro de 2012

Cheirinho a Natal!

Hoje comecei a enfeitar a casa de forma natalina. Sempre gostei desta época, não pelas prendas, mas pela história, pelo simbolismo.













Até apareceu o Pai Natal Kibon acompanhado da sua rena Tejo!

terça-feira, 21 de agosto de 2012

GUGA

GUGA

Numa altura em que surgiram algumas notícias sobre “cães perigosos”, gostava de dizer algo sobre a “Guga”.
Guga” era uma cadela, da raça Rottweiler, uma raça considerada perigosa que pertencia a uma prima.
Sempre que visitava a minha prima, eu seguia sempre o mesmo ritual que adopto quando entro em casas que tenham cães (sejam de que tamanho forem), o qual consiste, simplesmente, em “dar um tempo ao cão”. Um tempo para ele aproximar-se de mim, cheirar-me, começar a perceber que não faço mal a nenhum membro da “sua” família.
Depois desse tempo, começavam as festinhas, as brincadeiras e os “abusos” (sempre consentidos por mim).
Provocava a “Guga”, batendo com as mãos no meu peito, para que ela ficasse em pé, nas patas traseiras, enquanto se apoiava com as patas dianteiras na minha cintura. Esta brincadeira, a “Guga” só fazia a mim, à dona e a mais uma pessoa.
Os “abusos” aconteciam quando sentava-me no sofá para conversar com a minha prima. A “Guga” ia-se aproximando, devagarinho, colocava o focinho na minha perna; depois uma pata; a seguir outra; tudo bem devagar, até estar com todo o seu corpo (nada pequeno) no meu colo.
E a “Guga” era assim! Brincalhona, paciente com as filhas de minha prima.
Mas o mais curioso, e o que gosto de salientar, foi o seu comportamento numa certa visita à minha prima.
Entrei na casa, seguiu-se o ritual e lá vou eu, como gostava de fazer, provocar a “Guga” para ficar em pé. Só que ela não se ergueu nas patas de trás.
Insisti, ela ameaça erguer-se mas … senta-se à minha frente. Insisto mais uma vez e ela permaneça sentada. Perguntei à minha prima o que ela tinha, ao que ela respondeu que não sabia. Aí… minha mãe, com toda a sua sensibilidade, respondeu:
- Então, filha, estás grávida! Ela não quer te magoar.
Minha prima e eu olhámo-nos, duvidosas. Será? Talvez… Pode ser…
Sentámo-nos no sofá para uma amena conversa e a “Guga”, como sempre fazia, foi-se aproximando de mim, bem devagarinho; colocou o focinho na minha perna e… SÓ.
Naquela tarde, apenas ficou pelo focinho. Estava confirmado: ela não queria magoar-me; apesar da minha gravidez, na altura, contar APENAS 3 meses.
A gravidez seguiu o seu curso. O tempo passou.
Quando retornei à casa da minha prima, já depois de uns largos meses, quis fazer o teste e lá vou eu provocar a “Guga”. Será que ela aceita a provocação e “abraça-me” pela cintura? Claro que sim e sem hesitação.
Pois é. Aquela cadela, era tão PERIGOSA, que teve a sensibilidade de perceber que dentro de mim, havia mais alguém que precisava de cuidados.
PERIGOSA? De forma nenhuma. Muito pelo contrário: meiga, paciente, inteligente, brincalhona, cuidadosa, sensível.
Não há RAÇAS PERIGOSAS. Há DONOS PERIGOSOS.