Companheiros de Pensamentos

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quarta-feira, 15 de julho de 2015

Flores de Papel

Há 16 anos, quando cheguei a uma aldeia do Concelho de Mafra, vinda do Brasil, deparei-me com a preparação para a Festa em honra de seus Padroeiros.
Tudo era novo para mim. As bandeirolas, o toque dos sinos, a música popular pelas ruas… Mas o que mais admirei foi observar senhoras, senhores e algumas crianças, a enfeitarem o largo da igreja para receber a procissão. Na altura, preenchiam os desenhos usando flores que deixavam um perfume suave no ar.
Na altura, lembro-me de partilhar com os meus pais, o receio disso tudo terminar, temendo a possível falta de vontade dos jovens assumirem tamanho trabalho.
Como fico feliz desse meu receio não se ter concretizado!
Aquelas crianças cresceram!
Transformaram-se em jovens determinados em manter viva e linda essa Festa. Agora, a impressão que fica é que, a cada ano, aprimoram-se em torná-la mais linda.
O restaurante sempre com ótima comida, a quermesse com imensos artigos, os grupos musicais que alegram as noites, os ranchos que enriquecem o nosso folclore, a diversidade de atividades para todos os gostos, a decoração das ruas a cada ano mais bela, a ornamentação dos andores que demonstra uma verdadeira arte e os desenhos do chão do largo da igreja, agora preenchidos com serradura colorida, são um lindo “cartão postal” da nossa aldeia.
Admiro o trabalho e esforço dessa juventude!
E por admirar tanto o esforço e trabalho desses jovens não consegui ficar indiferente ao receber uma carta da Comissão de Festas. Nela, constava um convite para que os moradores enfeitassem as suas casas para receberem a procissão.
Não posso considerar-me católica, mesmo tendo sido batizada na Igreja Católica e ter Santo António como Padrinho de batismo, mas gosto muito de ver a procissão e fico emocionada de ver tantos jovens unidos a construírem algo tão bonito e com objetivos tão positivos. Por isso mesmo, apesar não ter muita aptidão para trabalhos manuais, atendi ao convite e lá confeccionei umas flores de papel para colocar no portão de minha casa.
Esta é uma colaboração ínfima comparada a tudo o que esses jovens fazem pela Festa em honra de São Sebastião e Nossa Senhora da Saúde, padroeiros do Sobreiro.

Bem hajam!

terça-feira, 10 de junho de 2014

Santo António

Desde pequena que minha mãe montava em casa, o trono de Santo António.
Meu pai, que não era católico, admirava a vida deste homem especial, a tal ponto que foi o escolhido para ser o meu padrinho de batismo. (A minha família tinha esse hábito: um dos padrinhos era da "terra" e o outro era do "céu".)
Desta forma, ainda mantenho a tradição (apesar de, também, não ser católica) e eis o meu trono.


 Apesar do que possa parecer, não, não coleciono "Santo António".
Tive uma mãe de aluno que, a cada ano, oferecia-me um pintado à mão;
e como o primeiro ciclo é de 4 anos, ganhei mais quatro.
Os últimos dois, foram adquiridos por mim. E já vamos em 8.

O primeiro, e que já tenho desde a minha infância, é o que está dentro da bilha
(alusão à lenda associada ao santo). O da esquerda foi um dos oferecidos pela mãe do aluno.

Os maiores também foram oferecidos
pela mãe do meu aluno.
O menor foi adquirido por mim.
O segundo (que é o que está mais recuado)
foi oferecido pela minha madrinha de casamento.
O maior é outro dos que foi oferecido pela mãe do aluno.
O menor, comprei por minha opção.

domingo, 6 de abril de 2014

REGRESSO

(imagem tirada da net)
Faz hoje 15 anos que desembarquei no aeroporto de Lisboa.
Vinha do Brasil, terra onde vivi 23 anos. Antes disso, já tinha vivido 5 anos em Angola, portanto apenas os primeiros 8 anos de minha existência foram vividos em Portugal.
Mas o que ocasionou que voltasse a esta terra, já que tinha a minha vida bem estabilizada no Brasil?
Dois motivos:
1º A violência, a criminalidade no Brasil estava num grande crescendo.
2º O fato de meus pais sempre ficarem emocionados ao verem programas/notícias de Portugal.
Naqueles momentos, ao olhar suas lágrimas, no meu íntimo não entendia por quê toda essa comoção.
Saudades de uma terra onde sempre tiveram que batalhar pelo seu sustento?
Saudades de uma terra onde tiveram tantos desgostos?
Como isso é possível?
Enfim…
É possível, sim! Só percebi o que meus pais sentiam, naquele dia, há 15 anos, quando sobrevoava Lisboa. Ao ver a minha cidade natal, fui tomada pela emoção.
Voltava à minha terra. Ainda hoje não consigo explicar por palavras. Só sei que a partir daquele momento, compreendi exactamente como a nossa terra está enraizada em nosso coração, para sempre.
Vim viver numa aldeia onde encontrei pessoas fantásticas.
Durante estes anos, passei por momentos trágicos: o ataque cardíaco fulminante de meu pai, a doença repentina e morte de minha mãe e o falecimento de meus filhos. Em todos estes momentos, tive o apoio e acompanhamento dos habitantes desta localidade. Foram incansáveis!
Da mesma forma, que acompanharam as minhas alegrias e alegraram-se comigo nos bons momentos; nomeadamente com o meu casamento e com o meu trabalho.
Angola e Brasil sempre terão um lugar bem cuidado em meu coração, principalmente por causa das pessoas com quem convivi; mas Portugal é a terra que me viu nascer, aqui estão minhas raízes.

Quanto ao Sobreiro, é meu “porto seguro” e merece toda a minha gratidão.

domingo, 29 de setembro de 2013

MAFRA - gare



Visitando um blog muito querido, "Casa da Pucariça", passei uma enorme vergonha.
Nesse blog, vi uma referência a uma estação ferroviária que AINDA não conhecia.
Uma vergonha! Há tanto tempo vivendo na região saloia e ainda não conhecia esta "jóia".
Hoje, o maridão rumou até lá e o que encontrámos?
Encontrámos uma estação muito bem cuidada, muito bem conservada, muito lima, com uns lindos painéis de azulejos e um jardinzinho mimoso. Uma bela "jóia"!
Este Portugal tem isso de maravilhoso: sempre deparamo-nos com imensas preciosidades.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Dia da Espiga

Esta quinta-feira, assinalada no calendário cristão como a da Ascensão - em que a Igreja comemora a ascensão de Jesus Cristo ao Céu -, é igualmente o dia em que tradicionalmente se ia ao campo colher um ramo, no qual a espiga de trigo era o elemento mais simbólico. Compunham igualmente:
- três raminhos de oliveira = luz;
- três raminhos de espiga de trigo = pão;
- três raminhos de cevada = alegria;
- três papoilas = amor;
- três malmequeres brancos = prata;
- três malmequeres amarelos = ouro.
O número 3 refere-se à Santíssima Trindade. Não sou católica mas gosto desta tradição e lá fomos (eu e o maridão) andar pelo campo, para compor a nossa "espiga" que substituiu a do ano passado e já está colocada atrás da porta até ao próximo Dia da Espiga.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Andorinha

E a Primavera chegou!
Confesso que ando sem disposição para “passear” por estas bandas. Agradeço imenso as palavras carinhosas mas ando mesmo desanimada com tantas notícias ruins e com tanta falta de vergonha na cara… enfim…
Mas a Primavera chegou, finalmente!
Começa a minha estação favorita pois, com ela, chegam umas lindas visitantes: as andorinhas.
Gosto imenso de ver o dia a dia delas.
Começam por consertar o ninho pois, após um ano, são sempre necessários uns retoques.
Depois, adoro ver as suas acrobacias aéreas: rasantes, descidas vertiginosas, curvas apertadas, aterrissagens meticulosas.
Por fim, há o encanto de ouvir as suas “conversas” do fim do dia!
Confesso que, se um dia arriscasse fazer uma tatuagem, seria a de uma andorinha.
A tatuagem de andorinha significa a volta para casa e a lealdade a um amor verdadeiro, seja por amigos, seja pela família ou pela pessoa amada, pois as andorinhas são aves que possuem um único parceiro para toda sua vida.
Quem sabe, um dia… não me encho de coragem e… quem sabe!

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

A Praça do Leitor

Aceitei participar do desafio de Crónicas On the Rocks, escolhendo a "minha praça".
Já passeei por muitas; já vivi momentos felizes em algumas e já chorei em outras. Já me encatei de outras tantas e já atravessei umas poucas, distraidamente.
E decidi escolher a Praça da Estrela. E porquê esta praça?
Porque fica perto de uma Basílica lindíssima: Basílica da Estrela (ou Basílica e Convento do Santíssimo Coração de Jesus)-
Porque fica em frente de um Jardim que foi marcante na minha infância: Jardim Guerra Junqueiro.
Jardim esse, onde meu pai levava-me todos os domingos (sempre que o tempo permitia) e onde eu comecei meus vôos... no baloiço. Onde passei momentos muito alegres e cúmplices com minha mãe.
Nessa praça, o mundo era tranquilo e a vida, sempre florida.


sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Festa da Aldeia

Os meses de julho e agosto têm uma certa magia e, de certa forma, deve-se às festas das aldeias, vilas.
Particularmente, gosto imenso de observar os preparativos: a colocação dos mastros, das luzes, a música a ouvir-se pelas ruas da localidade.
Admiro o trabalho dos jovens a enfeitarem a calçada por onde passa a procissão. Chegam cedinho e levam a manhã toda a transformá-la numa linda visão. E quando, à tardinha, começam a sair os andores tão bem enfeitados e a procissão tem início, é um momento único (apesar de não professar nenhuma religião).
Sem falar dos bolos da festa, dos petiscos e da boa comida. É muito agradável quando aproximamo-nos do recinto da festa e somos recebidos por um “cheirinho” que ajuda a abrir o nosso apetite.
Sim, gosto da festa da "minha" aldeia!
Sim, gosto de ver que os jovens não deixam morrer esta festividade.
Não faço idéia de todo o trabalho que deve envolver toda a preparação e realização mas, a cada ano que passa, fico feliz por toda essa magia que sinto na festa desta aldeia que já a adotei como "minha".

sábado, 19 de maio de 2012

Espiga

E lá se cumpriu a tradição: ir ao campo colher o necessário para o ramo da "espiga".
Eis a ESPIGA, cuidadosamente, arranjada pelo maridão.

domingo, 15 de janeiro de 2012

Natal em Trás-os-Montes



 
Parace incrível mas só agora é que me animei para postar algo e graças aos gestos carinhosos de Companheiros de Pensamentos.
Os pais dos meus alunos ofereceram-me um voucher d'"A Vida é Bela" para um fim de semana em Turismo Rural. Meu marido e eu escolhemos ir para o mais longe de casa, para aproveitar o pernoite.
A região escohida foi Trás-os-Montes e a altura foi o Natal, pois acreditávamos que, estando empregado, seria a única altura que teria folga (infelizmente, a "folga" já tinha tido seu início 2 meses antes).
Viajámos cerca de 5 horas, até à aldeia de Gimonde, na Serra de Montesinho, perto de Bragança.
Chegámos por altura do almoço e aproveitámos para deliciar uma bela posta à mirandesa, no Restaurante "O Abel".
Depois de nos acomodarmos na Casa da Escola, pertencente ao Grupo Montesinho, fomos passear pela aldeia.
Houve uma coisa que sempre me encantou quando vim morar para Portugal, para à aldeia onde ainda vivo, que foi o fato das pessoas cumprimentarem-se quando se cruzam na rua (mesmo que não sejam conhecidas). O mesmo ocorreu em Gimonde. Pode ser uma atitude corriqueira, normal, simples, mas por quê só nas aldeias ocorre isso? Porque são lugares com menos densidade populacional? Sim, pode ser. Ou porque ainda conseguem "ver" o outro como um igual...
O tempo estava agradável (10ºC), sem vento, e com um céu limpo.
À noite, realizámos a nossa ceia acompanhada por um folar típico da região, à beira da lareira, e com a habitual troca de presentes.
O dia de Natal amanheceu todo branquinho pois a geada fez questão de acompanhar a noite inteira. Acordámos com 3ºC negativos e com o carro todo coberto de gelo. Lá foi o maridão descongelá-lo.
Eu achei o "máximo" mas acredito que para a população local não deve ser tão divertido. Afinal, têm que levantar mais cedo, para terem tempo para descongelar as viaturas e não chegarem atrasados ao trabalho. Nós estávamos de passeio, tudo era diversão.
Após um pequeno-almoço típico de aldeia, iniciámos o caminho de volta, passando por Bragança, Murça, almoçando em Moimenta da Beira (delicioso cabrito no forno!).
É claro que não víamos a hora de reencontrar os nossos cãozitos, apesar de saber que eles estavam bem vigiados pelos nossos queridos vizinhos. Felizmente, tudo correu muito bem!
E assim tivemos um Natal diferente mas muito agradável!

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Minha Nação

(imagem tirada da net)

Neste momento, estou a dar a História de Portugal aos meus "pequenos".
Apesar de ter vivido um bom par de anos no Brasil, Portugal é o meu país, onde nasci, onde passei a minha infância e onde estou a viver no presente.
Com meus pais, aprendi a "conhecer" a História de Portugal e com a Professora Terezinha aprendi a História do Brasil.
Ambas, grandes Nações, repletas de grandes homens e grandes mulheres, grandes feitos!
Para além de ensinar os fatos e personagens históricos, mostro o orgulho que tenho na minha Nação e em tudo que conquistou e realizou ao longo dos tempos.
Sim, tenho orgulho de ser Portuguesa! Sim, tenho orgulho de ter passado uma parte da minha vida no Brasil!
Apenas não tenho orgulho em certos políticos e politiquices.
Quando vivia no Brasil, costumava ouvir que o Brasil nunca cairia no caos, pois ele É maior que o caos.
Quando estou a falar de todos os feitos que os Portugueses fizeram, penso: "Bolas; um povo que conquistou tantas vitórias, contra tudo e contra todos, tem que conquistar um futuro melhor!"
Que meus alunos possam dizer, com orgulho: "SIM; SOU PORTUGUÊS. SIM; CONTINUAMOS A SER UMA pequena GRANDE NAÇÃO."

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Festa na Aldeia




Gosto de ver os jovens envolvidos em algo bonito e para toda uma comunidade.
Apesar de não ser praticante de nenhuma religião, todos os anos, gosto de ver o trabalho de tantas pessoas, na maioria jovens, na preparação para a procissão: ponto alto da Festa da aldeia.
Logo na manhã do domingo começam a embelezar o largo da igreja com serradura colorida, fazendo diversos desenhos e a passarela por onde vão passar os andores com todas as imagens que a igreja tem e as pessoas caracterizadas como os santos e santas.
À tarde, dá-se o início com a companhia de cavaleiros, da banda, e das mulheres que carregam os tabuleiros com os bolos da festa.
É bonito. É tradição portuguesa. Eu gosto.

domingo, 12 de junho de 2011

Santo Antonio (de Lisboa)






Seguindo a tradição, lá fiz o meu trono. Lá foi o meu marido comprar o manjerico (vamos lá ver se ele chega até ao São Pedro!)


E neste ano, resolvi colocar, no trono, todos os Padrinhos que tenho: os quatro. Pois é, Santo Antonio é meu padrinho de batismo.


A família de meus pais costumava escolher um/a santo/a para ser padrinho/madrinha de batismo. Assim, meu pai tinha a Nossa Senhora da Paz como Madrinha e a minha mãe tinha a Nossa Senhora da Conceição.


Minha mãe era católica, meu pai não era mas gostava muito de estudar a vida dos santos, admirava seus percursos, e o seu preferido era Fernando de Bulhões, Santo Antonio.


E desta forma, quando me batizaram aos 4 anos, ficou registado na minha certidão de batismo o nome de Santo Antonio de Lisboa (do Mundo), como padrinho.


E será que ele sabe que sou sua afilhada? Não sei. Mas, com respeito a marido, ele soube escolher um ótimo para mim.


Valeu, Padrinho!

sábado, 21 de maio de 2011

Um sábado tranquilo

Resolvi deixar as Provas de Aferição de lado; afinal é sábado e também é necessário “arejar”.
Preparámos a comidinha para fazermos um piquenique e rumámos a Mértola, com a intenção de visitar a Feira Islâmica que terminará amanhã.
Antes de chegar a Mértola, passámos por Castro Verde e vimos duas rotundas muito “interessantes”, onde pastavam ovelhas e porcos. Na realidade, eram esculturas perfeitas e que causavam um efeito muito “bem bolado”.
Neste nosso país, cada vez mais brotam as rotundas (= rotatórias) mas algumas são muito bem concebidas: com repuxos, fontes, esculturas, jardins, “ovelhas” e “porcos”, etc.







Chegámos a Mértola e, depois de circular por essa Vila, decidimos 2 coisas:
1º - Não visitar a Feira pois havia gente demais, demais da conta; e
2º - Temos que voltar (quando não houver feira) para aproveitar bem esta linda vila-museu.
Retornámos, enchendo os olhos com as lindas imagens das terras alentejanas.
Adoro o Alentejo. Aquela imensidão de planícies. Observar vacas, ovelhas, porcos, cavalos andando livremente pelos campos. Sensação de liberdade.
A única tristeza que sinto é quando nos deparamos com animais mortos (cães, ouriços-cacheiros, lebres, …) no meio da estrada, vítimas de atropelamento. É mesmo triste… Enfim.
Ainda mudámos um pouco o nosso caminho de regresso, para visitarmos a “Casa das Queijadas”, no Porto Alto, onde encontramos sempre deliciosas novidades de queijadas.





Foi um belo Sábado e, confesso, sem peso nenhum de consciência por deixar as Provas a descansar em cima da mesa.

domingo, 10 de abril de 2011

Um Dia de Aniversário

Há algum tempo que não tenho vindo por aqui, nem tenho “passeado” pelos cantinhos de meus companheiros. O motivo dessa ausência, simplesmente, é o fato de não ter muito ânimo para isso. Além de ainda não haver a “boa” notícia (apesar de uma constante procura), esta última semana foi horrível, pois o meu Kibon esteve adoentado. Como sempre, senti-me impotente, triste, desesperada e chorei imenso ao ver o meu “anjo canino” de 10 anos tão murcho. Felizmente, já passou e voltou a ser o animado e alegre Kibon, graças a Deus e ao sr. Doutor. E como meu maridão, hoje fez aninhos, fomos dar uma voltinha à “nossa” querida região: o Alentejo. Soube muito bem ver aqueles campos floridos, as cegonhas nos seus ninhos, os “túneis” de árvores, o gado a pastar livremente… Fez um bem danado à alma, de tal forma que, por instantes, esquecemos da tal crise. Até deu ânimo para escrever algo no blog.

E aproveito para deixar umas palavrinhas para: Acácia Rubra, Aluisio Cavalcanti, Anjo Sedutor, Anne Leri, Carlos Albuquerque, Carlos Barbosa de Oliveira, Dora Regina, Everson Russo, Fê-blue bird, Gaivota, JB, Jefh Cardoso, Juliana, Kimbanda, Lais, Lu, Luís Coelho, Márcia, Maria, Maria João, Orvalho do Céu, Pérola, Regina Rozenbaum, Sofá Amarelo, Sónia, Sónia Schmorantz, Verena. (por ordem alfabética) A todos vocês, queria agradecer as palavras de carinho, de solidariedade que deixaram neste meu espaço. Vocês são a prova que a internet também tem o seu lado humano. Apesar de não existir um relacionamento real, conseguiram transformar este relacionamento virtual numa corrente de força e energia positiva. Muito obrigada pela vossa presença e pelos vossos comentários (em breve, voltarei a visitá-los). DrFunkenstein não é só um companheiro virtual mas, também, um bom amigo. Obrigada pela força, colega. Alice, Terezinha e Lúcia, vocês são minhas ALMAS AMIGAS. Obrigada por existirem na nossa vida. Saudades mil.


domingo, 20 de fevereiro de 2011

Voltou!

Ela voltou, novamente!

Já voltou a primeira andorinha!

Já começou a arrumar a casa e, creio, que, em breve, voltarão as outras.

Voltou, anunciando que a Primavera está chegando!

Tomara que também seja mensageira de boas notícias!

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Um passeio à Serra na Estrela



Um dia lindo de Inverno!

A Serra da Estrela "pintalgada" de branco.

sábado, 14 de agosto de 2010

terça-feira, 27 de julho de 2010

Festa na Aldeia




Gosto de festas de aldeia.
Gosto de ver as pessoas envolvidas para tornar a aldeia mais bonita, enfeitada.
Gosto de ver os jovens envolvidos com toda a organização da festa.
Gosto destas tradições.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Sr.Vinho

Escultura em ferro forjado, de Joana Vasconcelos,
intitulada "Sr. Vinho",
situada na praça do Mercado Municipal, de Torres Vedras,
em referência ao vinho produzido na Região Oeste.