Companheiros de Pensamentos

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quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Arriscar


Se calhar, há momentos da nossa vida em que temos que ter a coragem de ARRISCAR...

quarta-feira, 21 de março de 2012

Vida após a Vida


(imagem tirada da net)
No ventre de uma mulher grávida estavam dois bebés. O primeiro pergunta ao outro:
- Tu acreditas na vida após o nascimento?
- Certamente que sim. Algo tem de haver depois de nascermos! Talvez estejamos aqui, principalmente, porque precisamos de nos preparar para o que seremos mais tarde.
- Tolice, não há vida após o nascimento. E se houvesse como seria ela? ...
- Eu cá não sei, mas certamente haverá mais luz lá do que aqui... Talvez caminhemos com os nossos próprios pés e comamos com a boca.
- Isso é absurdo! Caminhar é impossível. E comer com a boca é totalmente ridículo! O cordão umbilical alimenta-nos. Estou convencido de que a vida após o nascimento não existe, pois o cordão umbilical é muito curto!
- Olha, eu penso de outro modo. Penso que há algo depois do nascimento, talvez um pouco diferente do que estamos habituados a ter aqui...
- Mas nunca ninguém voltou de lá, para nos falar sobre isso!? O parto é o fim da vida. E a vida, afinal, nada mais é do que a angústia prolongada na escuridão.
- Bem, eu não sei exactamente como será depois do nascimento, mas com certeza veremos a mamã e ela cuidará de nós.
- Mamã? Tu acreditas na mamã? E onde está ela?
- Onde? Em tudo à nossa volta! Nela e através dela é que nós vivemos. Sem ela nada disto existiria!
- Eu não acredito. Nunca vi nenhuma mamã, pelo que não existe mamã nenhuma!
- Eu acredito. E sabes porquê? Porque às vezes, quando estamos em silêncio, ouço-a cantar e sinto como ela afaga o nosso mundo. E também penso que a nossa vida só será "real” depois de termos nascido. Nesse momento tomará nova dimensão. Aqui, onde estamos agora, apenas estamos a preparar-nos para essa outra vida...

(Autor anónimo, cidadão do Porto e apoiante da Associação Pro Vida)

sábado, 16 de julho de 2011

Reflexão


A falsidade e a mentira caminham juntas.
E lá, bem escondida no fundo do ser,
A inveja, a raiva do que eles queriam ser
E encontraram em você…

(desconheço o autor)

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Dois Aninhos

Há dois anos atrás, criei este blog.
E para quê? Por quê?
Uma mistura de “ensaio” e de “caderninho de reflexões”.
Antes deste, tinha criado o blog da minha turma de alunos. E criei-o devido ao incentivo de um colega que muito me ajudou, dando dicas e ensinamentos. Portanto, resolvi criar este meu blog para ir praticando e “ensaiando” alguns passos para, posteriormente, aplicá-los no blog da turma.
Nunca tive o hábito de escrever diários mas, quando era adolescente, muitas vezes desabafava meus sentimentos em folhas de papel que depois eram rasgadas em múltiplos papeizinhos e jogadas no lixo.
Então, resolvi usar este blog para desabafar sentimentos, expor pensamentos: PENSASENTIMENTOS.
Pensava eu (ingenuamente), que ninguém usaria o seu tempo para “ler-me”!
Como fui ingénua! E como me sinto feliz!
Sinto-me feliz pois, apesar de todos os “senãos” deste mundo virtual, ainda é possível manter certas “tertúlias”, onde podemos trocar ideias, partilhar momentos, arrancar sorrisos…
Durante estes dois anos, alegro-me com cada companheiro que vai chegando, com cada comentário que vai sendo adicionado.
Gostaria de ter mais tempo, para estar mais presente em todos os “cantinhos” por onde me agrada passar. Mas, muitas vezes, tenho que fazer escolhas: ora vou ler, ora tentar continuar o puzzle, ora brincar com meus anjos caninos, ora curtir meu maridão, sem falar das obrigações domésticas e profissionais, (e ainda tenho que arranjar tempo para dar umas caminhadas). Porém, confesso, que todas as minhas atividades são prazerosas.
Neste momento, depois de dois anos, só tenho vontade de agradecer:
- AGRADECER A TODOS QUE PASSAM PELO MEU “CANTINHO”.
- Agradecer a todos que dedicam um pouco de seu tempo, a ler meus textos, observar minhas fotos, ouvir minhas canções preferidas.
- Agradecer a todos que deixam comentários. Esses comentários são recebidos como se fossem VISITAS PRECIOSAS (só falta o cafezinho).
E porquê mantenho este blog?
Mantenho-o porque gosto de escrever.
Mantenho-o porque gosto de frequentar as nossas “tertúlias”.
Mantenho-o porque é muito bom conviver com VOCÊS.
E já agora...
Vai um cafézinho?

domingo, 25 de abril de 2010

Conflito

O diferente sempre diferenciado

torna-se diferente quando o diferem,

enlaçando-se na indiferença,

sentindo-se privilegiado com a indiferença

diferente dos indiferenciados.

Vejo dentro de mim luta interna constante;

venço, perco batalhas, brigo, choro, canto,

e não gosto do meio em que vivo,

apenas aceito...

por isso vivo no eterno conflito.


(desconheço a autoria; mas traduz meus sentimentos)

sábado, 3 de abril de 2010

Mar


Há momentos que são preciosos.
Há momentos que não têm preço.
Há momentos que nos dão novo alento.
Momentos simples.
Momentos despretenciosos.
Momentos vividos.
Momentos que ficam guardados no arquivo da nossa existência.
Momentos como um almoço.
Momentos como um almoço, numa Sexta-Feira Santa, comendo um belo peixe assado na brasa, olhando o mar, na companhia de alguém muito especial.
E o preço da refeição?
Interessa?
Para mim, o que mais interessa é o momento passado com alguém que me completa a vida.
E depois do almoço, depois desse momento precioso, outro momento precioso.
Outro momento simples.
Outro momento que, talvez, para muitos seria puro tédio.
Mas, para nós dois, foi mais um momento agradável: ficar à beira-mar, ouvindo o bater das ondas, sentindo uma leve brisa... Momento revigorante.
E conversando sobre o almoço, sobre o mar, sobre aquele pato que passou com seu vôo apressado, sobre como devemos viver a nossa vida, sobre como devemos sempre aproveitar, na totalidade, os bons momentos que sugem e, se não surgem, buscá-los, transformá-los, enfim...
Não há dinheiro que traga de volta um bom momento desperdiçado, portanto, vamos viver os momentos ùnicos que temos ao alcance de nossas mãos, de nossos corações e ser feliz.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Para reflectir...

"Na Infância as escolas ainda não tinham fechado.
Ensinavam-nos coisas inúteis como as regras da sintaxe e da ortografia, coisas traumáticas como sujeitos, predicados e complementos directos, coisas imbecis como verbos e tabuadas.
Tinham a infeliz ideia de nos ensinar a pensar e a surpreendente mania de acreditar que isso era bom.
Não batíamos na professora, levávamos-lhe flores."
(Rosa Lobato Faria)

sábado, 6 de março de 2010

Dia Internacional da Mulher



Hoje, brincando com meu marido, disse-lhe:
- Olha, não te esqueças que dia 8 de Março é o Dia Internacional da Mulher. Tens que me levar a jantar, dar-me flores e uma jóia.
E ele, naturalmente, respondeu:
- Bem; não preciso de um dia específico para jantarmos fora nem para te dar flores. Quanto à jóia … já tens a mim!
Como diria a minha amiga Carla, “mais um dia para beneficiar o comércio”.
É necessário determinarmos um dia para lembrar a existência da Mulher?
E já agora, porque não há o Dia Internacional do Homem? (Alguns homens diriam que são todos os outros dias do ano!)
Há homens que são grandes e verdadeiros “lutadores”.
Conheço homens que lutam, todos os dias, para serem Pai e Mãe pois não podem contar com a figura daquela mulher que deveria ser a Mãe mas que, na realidade, apenas foi a progenitora.
Conheço homens que abrem mão dos seus sonhos para lutar, a fim de obter condições dignas para sustentar sua família (como foi o meu Pai).
Conheço homens que abafam sua própria dor enquanto dão todo o apoio para que sua mulher supere a sua dor (como meu Marido).
Todos os dias deveriam ser Dia da Criança, Dia da Mulher, Dia da Mãe, Dia do Pai, Dia da Avó, Dia dos Namorados, Dia do Animal… Natal.Todos os dias podem e devem servir para lembrar, respeitar, cuidar, amar.

sábado, 18 de julho de 2009

"Mágoas da Escola" - Daniel Pennac


"A idéia de que é possível ensinar sem dificuldade deve-se a uma representação etérea do aluno. A sabedoria pedagógica deveria representar-nos o cábula como um aluno tão normal quanto possível: o que justifica plenamente a função do professor uma vez que temos tudo a ensinar-lhe, a começar pela própria necessidade de aprender."
Durante a minha formação acadêmica, sempre questionei meus professores com respeito a este assunto. A nossa formação está direccionada para o aluno "ideal". O aluno que tem uma família estruturada, equilibrada, harmoniosa, com acesso a apoio individualizado e a toda a informação e materiais necessários, que não tem a mínima dificuldade de compreensão, de concentração e de raciocínio e que é completamente bem educado e respeitador das regras.
Será que a nossa formação não devia levar em conta, principalmente, o outro universo de alunos? Aqueles que têm grandes dificuldades de compreensão, de concentração, de raciocínio; já para não falar de todas as outras questões a nível de família (ou a falta de) e tudo o resto.
Mas a realidade tem sido essa. Somos formados para ensinar um ideal de aluno, em vez de sermos preparados para levar os nossos alunos a um IDEAL.
E o que acontece, então, quando entramos numa sala de aula e constatamos que aquele ideal de aluno não se encontra à nossa frente? O que fazemos?
Simples.
-Simples? -pensarão alguns.
Sim, simples. Como num passe de mágica, unimos três pontos: começamos por tentar compreender o que se passa, o que pensa, o que sente esse nosso aluno, tentamos sentir as suas frustações, as suas revoltas; juntamos com tudo o que sabemos, com tudo o que vivemos enquanto professor E ser humano; e, o principal, CONTINUAMOS a estudar, a aprender, a aplicar tudo o que possa contribuir para CHEGAR a esse aluno e transformá-lo num belo IDEAL.
Pois, está bem: mágica! Bela palavra.
Claro que não há mágica nenhuma.
O que há, simplesmente, é muito trabalho, muita dedicação, muito afecto para com todos os alunos e acreditar, fortemente, que eles são os MEUS ALUNOS IDEAIS.

terça-feira, 14 de abril de 2009

Pensamentos

"Os animais, como o homem, demonstram sentir prazer, dor, felicidade e sofrimento." (Charles Darwin)