Companheiros de Pensamentos

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sexta-feira, 25 de novembro de 2016

O anjinho de uma asa só


O Natal aproxima-se e, como de costume, chega o momento de montar o presépio.
Sempre que começo a desembrulhar as figuras, relembro as histórias que os meus pais aplicavam a cada uma.
Desde os Reis Magos, com seus nomes e presentes, passando pelos pastores e o que cada um oferecia; como o que trazia a vasilha de leite, o que trazia um saco de farinha, aquele que trazia a gaita-de-foles para oferecer música, a mãe acompanhada de sua criança ou a velhota que trazia o seu fuso de fiar, entre tantos outros.
Os animais também eram fontes de lendas como os que ladeavam o Menino Jesus ou as pombas e os galos.
Não podiam faltar os anjinhos e, entre eles, um que só possui uma asa.
Sempre que pego nesse anjinho, em particular, lembro de imediato como a minha mãe aproveitou para ensinar-me algo que ficou enraizado em mim, desde a minha tenra idade.
Quando criança, ao deparar-me com esse anjinho “estragado”, perguntei à minha mãe porque não o jogávamos fora, afinal era diferente dos outros que, perfeitos, possuíam as duas asas.
Minha mãe, naturalmente, não perdeu a oportunidade.

“- Só por ser diferente não presta? Não merece ocupar o seu lugar no presépio?
Aprende, filha, que não se pode rejeitar alguém por ser diferente, por ter alguma deficiência. Ninguém deixa de ser alguém por não ter uma perna ou um braço. Todos têm direito ao nosso respeito!
Portanto, este anjinho, mesmo sem uma asa, não deixa de ser um anjinho e tem o seu lugar ao lado dos outros.”

Ele foi conservado e hoje, após tantos anos, o anjinho de uma asa só continua a fazer parte do meu presépio.


sábado, 19 de dezembro de 2015

Boas Festas

Ando mesmo sumida deste meu cantinho!
Tenho que retomá-lo
e "passear" pelos espaços dos meus companheiros de PensaSentimentos.
Enquanto isso não começa:
Feliz Natal para todos os que passam por aqui!


quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Feliz Natal

A todos os que passam por aqui!

domingo, 30 de novembro de 2014

Rena Tejo e Kibon Natal

Este post dá voz aos cães:

Não, não estou com "cara" de doente!
Não, não estou com "cara" de quem já vai para os 15 anos!
Esta é a "cara" de AGUEEEEENNNNTA ESSA DONA!!!!!!!
(Ass: KIBON)

Eu sei!
Lá vem ela, outra vez, querer transformar-me em rena.
Deixa para lá! É só uma vez por ano!
Afinal... esta é SÓ a 9.ª vez!
Eu aguento!
(Ass: TEJO)

sábado, 29 de novembro de 2014

Cheirinho a Natal!


Gosto imenso do Natal e não tem nada a ver com os presentes.
Desde criança, meus pais sempre procuraram mostrar que não são as "datas" que mandam nos comportamentos e atitudes das pessoas.
Não é preciso esperar o Natal para "ter" que lembrar de alguém.
Não é preciso esperar o Natal para praticar a solidariedade.
Não é preciso esperar o Natal para "ser bonzinho".
O Natal é sempre que nós quisermos.
Então, qual o motivo para gostar tanto do Natal?
O Presépio!
Meus pais contavam-me histórias através das figuras do presépio. Como eu deliciava-me com essas histórias. E a cada ano, eu pedia para repetirem as mesmas histórias. Histórias essas que eu transmito a quem vem visitar-me e aproveita para "passear" pelo presépio que começou a ser comprado por meu avó paterno de 1950 até 1960. Com o seu falecimento, o presépio ficou como ele deixou.
E desde essa época montamos sempre o presépio.
É claro que também montamos a árvore de Natal mas é o presépio que tem toda a magia e "cheirinho" a Natal.
"Cheirinho" esse que espalha-se pela casa em variadas decorações.

È assim que começa: serradura.

Desembrulhar todas as peças.

O anjo de "asa quebrada" também entra.


Uma variação deste ano.
Pensando na , Margarida e no João,
um gatinho também faz companhia ao Menino Jesus,

À direita..

... ao centro...

... à esquerda.





Sem esquecer as botas do Pai Natal!


sábado, 21 de dezembro de 2013

Feliz Natal

Ando um pouco afastada do meu "cantinho" mas a inspiração é pouca e o desânimo é muito; porém não podia deixar votos de um Feliz Natal a todos os "companheiros" de Pensasentimentos.

domingo, 24 de novembro de 2013

Presépios

 E tudo começa assim:

Desembrulhar peça a peça.







Tudo desembrulhado.

A "base" está pronta.
 
E, após 3 horas, está pronto!
Um presépio com 63 anos.
 
 

Detalhe I

Detalhe II

Detalhe III
 
Outros Presépios
 
 
Adquirido por minha mãe.
Oferta de um aluno.
Comprado em 2000.

O de barro foi feito por uma aluna e o de vidro,
oferecido por uma colega.


O "meu" presépio oferecido por meus pais
quando nasci: 1962.





segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Natal

Não consegui esperar mais e já comecei a espalhar um "cheirinho" de Natal pela casa...



Nem a cozinha escapa...


Agora só falta montar o presépio
(mas é preciso um dia para isso)
Pinheiro em espiral
(aquisição deste ano, escolhida pelo maridão)




E ainda não acabei a leitura...


Duas paixões:
peluches e Natal




Um dos presépios

sábado, 22 de dezembro de 2012

Boas Festas

DESEJO A TODOS OS QUE PASSAM POR ESTE MEU CANTINHO, UM FELIZ NATAL E QUE 2013 TRAGA MAIS BOAS NOTÍCIAS, SAÚDE (SEMPRE) E TRABALHO/EMPREGO.
 
E MUITO OBRIGADA PELA VOSSA PRESENÇA, PELAS PALAVRAS SEMPRE AMÁVEIS!
 
A "rena" Tejo e o "pai natal" Kibon também desejam aos seus amigos (cães e gatos) uma vida tranquila e carinhosa.
 

sábado, 15 de dezembro de 2012

Sementes

O texto sobre Natal que postei há uns dias foi uma das muitas lições que aprendi com meus pais.
No exercício da minha profissão, preocupo-me em lançar algumas sementes, principalmente no que diz respeito a certos valores.
Na última semana de aulas, pedi aos meus alunos que fizessem um desenho sobre o tema NATAL.
Num dos desenhos, encontrei o seguinte:
"O NATAL NÃO SÃO AS PRENDAS,
MAS SIM A HARMONIA,
A ALEGRIA, A FELICIDADE,
O AMOR, A PAZ,
A FAMÍLIA REUNIDA…"

 

domingo, 2 de dezembro de 2012

Natal

- Pai! Mãe! O que é que eu vou receber de presente no Natal? – pergunta a menina de 7 anos, ao entrar saltitando pela sala.
O pai pousa o jornal de domingo e olha para a mãe que tricotava uma camisola para ele.
A mãe retribui o olhar com um sorriso e continua a tricotar, pois já sabia o que viria a seguir; afinal, eram um daqueles casais que conversava com o olhar.
- Presentes? Por quê? – provoca o pai.
- Ora, pai, porque estamos quase no Natal.
- Sim, eu sei que dentro de poucas semanas comemoramos o Natal; mas não sei porque tens que receber presentes no Natal. Diz-me lá: o que é o Natal?
A menininha aconchega-se perto do pai. Olha-o, muito séria, e responde com toda a segurança:
- É o nascimento do Menino Jesus!
- Muito bem, filha! Quer dizer que, no Natal, ao lembrarmos do seu nascimento, estamos, de certa forma, a comemorar o seu aniversário. Concordas?
- Concordo!
- Então, diz-me lá, filha: se comemoramos o nascimento do Menino Jesus, quem é que deve receber presentes?
A menina olha para o pai, observa a mãe, e indecisa, responde:
- O Menino Jesus?
- Acertaste mais uma vez. – diz o pai, sorridente.
- Mas não se pode dar presentes ao Menino Jesus! – reclama a menina, endireitando o seu pequeno corpo.
- Ah, pode-se, pode-se! – interveio a mãe sem tirar o olhar da suas agulhas.
- Como? – questiona a menininha, já bastante confusa – Vocês estão a brincar comigo, não é?
A mãe pousa o seu tricot e com a sua voz calma, esclarece:
- Não, filha, não estamos a brincar. O Menino Jesus gosta muito de receber, de todos nós, como presentes, as nossas boas atitudes, os nossos bons pensamentos…
- O teu bom comportamento. – acrescenta o pai.
- É verdade, filha. – continua a mãe. – Sempre que ajudamos alguém, sempre que trocamos os maus pensamentos por bons, sempre que cuidamos dos animais, sempre que és respeitadora com os professores, sempre que és educada; não só nos deixas muito felizes, como também está a presentear o Menino Jesus.
- E há mais um pequeno detalhe! – intervém o pai – Tu gostas muito do Natal, não é?
- Muito! Adoro! Acho que o Natal tem magia! – diz a menina aos pulos pela sala.
- Exatamente! Podes prolongar essa magia por todo o ano!
A menina, subitamente, pára e sorri ao olhar para seus pais, pois uma ideia iluminou a sua cabecinha:
- Se eu der esses presentes durante todo o ano, vou viver o Natal todos os dias! – ela prepara-se para retomar os seus pulinhos, porém aproxima-se de seus pais com uma grande dúvida. – Mas eu lembro que no Natal passado, recebi um presente. Foi um livro da Anita…
- É verdade, mas também recebeste um livro no mês passado, não foi? – relembra a mãe.
- Foi, até estava embrulhado com um lindo papel e tinha um laço vermelho (eu guardei)!
- Vês? – disse o pai, sorrindo – Não é preciso ser Natal para fazer os outros felizes! E sempre que fazemos os outros felizes, também sentimos felicidade.
- Já volto! – e a menininha dirige-se para a porta de casa.
- Mas aonde vais? – pergunta a mãe.
- Vou viver a magia do Natal. A filha da vizinha está triste porque o pai trabalha muito longe. Vou levar a minha boneca para brincar com ela, assim ela fica feliz e eu também.
Os pais entreolham-se, sorridentes. Tinham conseguido realçar o verdadeiro espírito de Natal.

sábado, 1 de dezembro de 2012

Presépio

 
Com direito a vaca, burro e cães!
 
 
Os guardas dos Reis Magos com seus camelos.
 




A minha ovelhinha preferida, desde criança; só porque é a única que tem o filhote.

 E a traquinice também está presente!
Dois "gêmeos" e um "quase". Coincidência ou premonição???

 
Um presépio "construído" de 1950 a 1960.
 
A todos os que passam por aqui,
FELIZ NATAL,
TODO O DIA!