Uma belíssima voz!
Não gosto de censurar, nem criticar, "não vivo no convento para saber como é lá dentro", mas pergunto-me muitas vezes: POR QUÊ? Por quê uma vida termina assim?
A amiga Kika lançou as regras do sorteio de fotografia “Esconde Esconde” e esclareceu algumas dúvidas.
Regras do sorteio
1-Tirar uma foto do seu animal, massó duma parte dele ( se for do focinho só pode ser uma parte, não pode ter o focinho todo)
2-Todos podem concorrer
3-Colocar o selo do sorteio no vosso blog e passar palavra, por nome do blog que está fazer o sorteio
4-Ser seguidor do blog da Kika
5-Inscrições serão até dia 29 de Fevereiro
6-Logo que tenham as fotografias me enviem por mail ou ponham no vosso blog e me digam para a mami ir lá busca-las. Talvez seja melhor, assim para não ficar nenhuma em falta.
7-Votação – Ler com muita atenção:
Cada pessoa tem direito a votar numa fotografia, mas não na dela ( mas pode pedir aos amigos para votarem) os votantes tem que ser seguidores do blog da Kika ( para não acontecer problemas, como no último sorteio ( pessoas a votar que disseram que não tinham blog ) para eu poder verificar que está tudo correcto, caso contrario serão anulados os votos.
8-Haverá dois prémios, seja dois vencedores, um será escolhido por mim ( espero de não me meter numa grande alhada de ter que escolher um…) o outro vencedor serão vocês a escolher
9-Haverá prémios: não posso dizer ainda o que é pois depende dos amiguinhos que ganhar.
Faleceu Wando.
Eu sei que não é a VOZ. Eu sei que muitos chamam as suas canções de "brega" / "pimba"... (nem meu pai gostava). Mas houve um tempo que eu sabia todas as letras de suas canções.
E, para relembrar esse tempo...
Wando-Gosto De Maçã
O vento tocava meu rosto no sol de final de verão
Nas mãos uma rosa vermelha
Na boca um gosto de maçã
Na pele um bronze bonito
No peito a saudade total
Do amor que deixou num sorriso
Um adeus com gosto de sal, ai!
Doeu, ai! - Doeu, aí!
Doeu, ai! - Doeu, aí!
Doeu, ai, ai, ai! - Doeu !
Doeu, ai! - Doeu, aí!
Doeu, ai! - Doeu, aí!
Doeu, ai, ai, ai! - - Doeu
Coração agitava no peito
No ventre a vontade explodia
Girava no meu pensamento o pecado do amor tão divino
Deitado na areia macia sentindo o meu corpo tão só
Chorei procurando no céu uma estrela que tivesse dó,
ai!
Doeu, ai! - Doeu, aí!
Doeu, ai! - Doeu, aí!
Doeu, ai, ai, ai! - Doeu !
Doeu, ai! - Doeu, aí!
Andei depressa para não rever meus passos
Por uma noite tão fugaz que eu nem senti
Tão lancinante, que ao olhar pra trás agora
Só me restam devaneios do que um dia eu vivi
Se eu soubesse que o amor é coisa aguda
Que tão brutal percorre início, meio e fim
Destrincha a alma, corta fundo na espinha
Inebria a garganta, fere a quem quiser ferir
Enquanto andava, maldizendo a poesia
Eu contei a história minha pr´uma noite que rompeu
Virou do avesso, e ao chegar a luz do dia
Tropecei em mais um verso sobre o que o tempo esqueceu
E nessa Saga venho com pedras e brasa
Venho com força, mas sem nunca me esquecer
Que era fácil se perder por entre sonhos
E deixar o coração sangrando até enlouquecer
E era de gozo, uma mentira, uma bobagem
Senti meu peito, atingido, se inflamar
E fui gostando do sabor daquela coisa
Viciando em cada verso que o amor veio trovar
Mas, de repente, uma farpa meio intrusa
Veio cegar minha emoção de suspirar
Se eu soubesse que o amor é coisa assim
Não pegava, não bebia, não deixava embebedar
E agora andando, encharcado de estrelas
Eu cantei a noite inteira pro meu peito sossegar
Me fiz tão forte quanto o escuro do infinito
E tão frágil quanto o brilho da manhã que eu vi chegar
E nessa Saga venho com pedras e brasa
Venho sorrindo, mas sem nunca me esquecer
Que era fácil se perder por entre sonhos
E deixar o coração sangrando até enlouquecer
(Belíssima voz! Seu disco já está chegando a Portugal!)
Para sempre é nosso hoje e é hoje que devemos VIVER. É claro que temos cuidar da nossa "sobrevivência" mas não temos o direito de desperdiçar os momentos que nos são proporcionados.
"Não deixes para amanhã o que podes fazer hoje" é um provérbio que muitos referem a trabalhos, tarefas. Mas também pode dizer respeito a "não deixes para seres feliz amanhã, se podes sê-lo hoje".
Ando sem vontade para andar por aqui. Acredito que deve-se a tudo que se passa ao nosso redor. Injustiças sociais, corrupção, violência, desemprego, cada vez mais o mês é bem mais comprido que o nosso salário. É claro que tudo fica insignificante quando nos deparamos com a notícia da morte de um rapaz com 39 anos. Rapaz que morre a trabalhar, devido a um acidente, que podemos chamar de "estúpido". Um rapaz que tinha dois filhos, que contribuía para a economia do país, que contribuía para manter no emprego outros país de família, que tinha todo um futuro pela frente. Perante isto, o que nos resta pensar? Apenas que devemos viver cada dia, da melhor forma possível, fazendo uma força enorme para sorrir pois, apesar de tudo, ainda estamos vivendo.
Parace incrível mas só agora é que me animei para postar algo e graças aos gestos carinhosos de Companheiros de Pensamentos.
Os pais dos meus alunos ofereceram-me um voucher d'"A Vida é Bela" para um fim de semana em Turismo Rural. Meu marido e eu escolhemos ir para o mais longe de casa, para aproveitar o pernoite.
A região escohida foi Trás-os-Montes e a altura foi o Natal, pois acreditávamos que, estando empregado, seria a única altura que teria folga (infelizmente, a "folga" já tinha tido seu início 2 meses antes).
Viajámos cerca de 5 horas, até à aldeia de Gimonde, na Serra de Montesinho, perto de Bragança.
Chegámos por altura do almoço e aproveitámos para deliciar uma bela posta à mirandesa, no Restaurante "O Abel".
Depois de nos acomodarmos na Casa da Escola, pertencente ao Grupo Montesinho, fomos passear pela aldeia.
Houve uma coisa que sempre me encantou quando vim morar para Portugal, para à aldeia onde ainda vivo, que foi o fato das pessoas cumprimentarem-se quando se cruzam na rua (mesmo que não sejam conhecidas). O mesmo ocorreu em Gimonde. Pode ser uma atitude corriqueira, normal, simples, mas por quê só nas aldeias ocorre isso? Porque são lugares com menos densidade populacional? Sim, pode ser. Ou porque ainda conseguem "ver" o outro como um igual...
O tempo estava agradável (10ºC), sem vento, e com um céu limpo.
À noite, realizámos a nossa ceia acompanhada por um folar típico da região, à beira da lareira, e com a habitual troca de presentes.
O dia de Natal amanheceu todo branquinho pois a geada fez questão de acompanhar a noite inteira. Acordámos com 3ºC negativos e com o carro todo coberto de gelo. Lá foi o maridão descongelá-lo.
Eu achei o "máximo" mas acredito que para a população local não deve ser tão divertido. Afinal, têm que levantar mais cedo, para terem tempo para descongelar as viaturas e não chegarem atrasados ao trabalho. Nós estávamos de passeio, tudo era diversão.
Após um pequeno-almoço típico de aldeia, iniciámos o caminho de volta, passando por Bragança, Murça, almoçando em Moimenta da Beira (delicioso cabrito no forno!).
É claro que não víamos a hora de reencontrar os nossos cãozitos, apesar de saber que eles estavam bem vigiados pelos nossos queridos vizinhos. Felizmente, tudo correu muito bem!
E assim tivemos um Natal diferente mas muito agradável!
Recebi este lindo presente do Carlos Albuquerque, do blog conversas daqui e dali. Confesso que chegou no momento certo, pois nos últimos dias não tenho andado de muito "alto astral". Se calhar, o meu estado não é diferente de tantos outros portugueses... Depois de uns meses a contrato, meu marido volta à condição de desempregado, meu salário continua a diminuir, os preços a aumentar; nem vontade tenho tido para escrever, para ler... E aí, surge este gesto de alguém que não conheço pessoalmente, mas que sempre proporcionou-me fantásticos momentos de boa leitura. Um gesto que me sensibilizou muito. Muito obrigada, mesmo.
Pronto; o Dia de Reis já passou! Significa que chega a altura de desmanchar o presépio, a árvore de Natal, guardar todos os enfeites que estavam espalhados pela casa, retirar as luzes que iluminavam as janelas da casa.
Enquanto embalava cada figura do presépio, aproveitava para observar cuidadosamente cada peça, novamente relembrando as histórias que simbolizam.
Infelizmente, parti uma bola de Natal das mais antigas. Que pena! Não gosto nada quando acontece isto.
No entanto, deixo sempre algum “vestígio” natalino. É uma forma de lembrar que o espírito de Natal deve ser vivido durante o ano todo.