Memorial

Companheiros de Pensamentos

domingo, 5 de junho de 2016

O valor de uma obra




Como é calculado o valor de um quadro?
Será que é pelo tamanho da tela?
Ou será que é pela quantidade de tinta utilizada?
Talvez seja pelo estilo, pela escola artística?
Também pode ser pela experiência comprovada do artista?
Será que calcula-se o valor de um quadro, pela quantidade de quadros que o artista já vendeu?
Como estamos na era global, será que é pelas vezes que os quadros aparecem nas redes sociais?
Não sei.
Não sei quais são as características técnicas que devem ser levadas em conta para avaliar um quadro.
Agora tenho certeza como avaliar um quadro que recebo de alguém que resolve pintá-lo para mim.
Alguém que resolve ter aulas de pintura e, um belo dia, decide que “aquela” pintura será minha.
Alguém que não me deve nada. Muito pelo contrário, eu é que sou devedora pois, apesar de existir um oceano entre nós, o seu apoio e incentivo não poderiam ser mais presentes.
Alguém que não tem segundas intenções, a não ser desejar-me saúde e felicidade.
Sim, eu sei avaliar tal quadro!
O quadro tem o valor de um enorme carinho.
O quadro tem o valor igual a um forte abraço que protege o nosso coração.
O valor desse quadro é o valor de um afeto quase maternal.
Portanto, como avaliá-lo?

Não sei; mas sei que esse quadro, para mim, tem um valor incalculável, pois faz-me sentir uma pessoa privilegiada e muito agradecida por recebê-lo como símbolo desse carinho, desse grande afeto.

domingo, 28 de fevereiro de 2016

Natureza


E a batata-doce "nasceu" pássaro!!!!!

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Fim de Ano


E ele está chegando!

Que venha com muito Bom Humor, Saúde, Trabalho,

Paz, Amor e Harmonia, para todos nós!

Feliz 2016!



sábado, 19 de dezembro de 2015

Boas Festas

Ando mesmo sumida deste meu cantinho!
Tenho que retomá-lo
e "passear" pelos espaços dos meus companheiros de PensaSentimentos.
Enquanto isso não começa:
Feliz Natal para todos os que passam por aqui!


quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Lição de Mãe

Tenho a certeza que toda a pessoa que começasse a lembrar tudo o que aprendeu com a sua mãe, teria material mais do que suficiente para escrever um livro.
Refiro-me a “Mãe”, independentemente do fato de ser, ou não, progenitora. Infelizmente existem muitas progenitoras que nunca virão a ser mães…
Já não tenho a minha Mãe na minha vida mas seus ensinamentos continuam vivos em mim.
E o que eu aprendi com ela?
Aprendi que “viver é fácil; difícil é saber viver”! Quantas vezes disse-me isto e só depois de ela ter partido é que compreendi o verdadeiro sentido desta frase…
Aprendi que a verdadeira felicidade está nas pequenas coisas, nas mais simples atitudes de carinho, no prazer de fazer o outro feliz.
Lembro-me, particularmente, de um momento.
Um dia, meu pai chega do trabalho, com um pacote de arroz nas mãos e diz, todo satisfeito:
- Guidinha, disseste que o arroz estava a terminar e passei no supermercado para comprar-te um pacote.
De imediato, quando reparei na marca do arroz, percebi que a minha mãe detestava aquele arroz. Preparava para verbalizar a minha observação quando a minha mãe, prontamente, agradeceu efusivamente ao meu pai, ao mesmo tempo que lançava-me aquele olhar que queria dizer “quieta!”.
Esperei o meu pai retirar-se e confrontei a minha mãe:
- A mãe odeia esse arroz e não disse nada ao pai!
Minha mãe olhou-me, seriamente, e respondeu com a sua constante calma:
- Filha, o teu pai depois de um dia de trabalho, cansado, desce numa paragem de autocarro mais distante de casa, vai ao supermercado, espera numa fila para pagar um pacote de arroz, faz o resto do caminho até casa a pé, só porque lembrou do que eu disse ontem à noite; e tu queres que, depois disso tudo, diga-lhe que não uso dessa marca? Oh, filha, amanhã eu compro da minha marca preferida. E este, fica descansada que não se joga fora, pois a nossa cachorrinha vai adorar!
Uns bons dias depois deste episódio, meus pais e eu estávamos a fazer as compras no supermercado. Quando a minha mãe pega um pacote de arroz (o seu preferido), o meu pai reparou que não era daquela marca que ele tinha comprado anteriormente e comentou isso, ao que ela, prontamente, respondeu:
- Ouvi falar desta marca, resolvi experimentar e é mesmo melhor do que o outro.

Ouvi a sua resposta e ainda estava a sorrir, quando a minha mãe, ao passar por mim, sussurra “viver é fácil; difícil é saber viver”.

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Meu KIBON lindo!!!!

Hoje o KIBON completa 15 anos!
É verdade! Chegou em nossa casa com apenas 6 semanas!
Roía tudo o que encontrava: chinelos, esponjas, blusas, tapetes, plantas, tacos de madeira, ombreira das portas, chão de cimento do quintal… Resolvia fazer passeios por conta própria (nessas alturas era o meu coração que ficava aos “sopros”)… Sem falar nas inúmeras caminhas que ele destruiu…
Agora já não faz nada disso, apesar de continuar a saltitar como um cabritinho… mas a idade já se faz sentir…
O meu cãopanheiro já não ouve e nem vê bem. Tem insuficiência renal e sopro no coração.
O que se faz com um cão que já não tem aquele focinho de cachorrinho indefeso?
O que se faz com um cão que tem que comer uma ração bem mais cara?
O que se faz com um cão velho?
O mesmo que se fez com aquele cachorrinho indefeso de 6 semanas: AMA-SE COM TODA A NOSSA FORÇA!
O que se faz com um cão velho? Pede-se a Deus que ele não sofra. Nunca!
O que se faz com um cão velho? Acarinhamos a cada dia como se fosse o último.
O que se faz com um cão velho? Damos todo o conforto, cuidado e respeito que ele merece.
E porquê?
Porque esse cão velho é o MEU KIBON, SEMPRE LINDO!
Parabéns, meu cãopanheiro KIBON! Que venham mais anos confortáveis para ti, meu KIBON LINDO!

domingo, 2 de agosto de 2015

Bodas de Seda



O 12.º ano de casamento é representado pela seda,
que representa suavidade, subtileza, riqueza e cuidado na relação
são a simbologia desse belo tecido que significa lealdade e fidelidade.
Mais palavras para quê?

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Tejo e GNR

Em boa companhia!

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Flores de Papel

Há 16 anos, quando cheguei a uma aldeia do Concelho de Mafra, vinda do Brasil, deparei-me com a preparação para a Festa em honra de seus Padroeiros.
Tudo era novo para mim. As bandeirolas, o toque dos sinos, a música popular pelas ruas… Mas o que mais admirei foi observar senhoras, senhores e algumas crianças, a enfeitarem o largo da igreja para receber a procissão. Na altura, preenchiam os desenhos usando flores que deixavam um perfume suave no ar.
Na altura, lembro-me de partilhar com os meus pais, o receio disso tudo terminar, temendo a possível falta de vontade dos jovens assumirem tamanho trabalho.
Como fico feliz desse meu receio não se ter concretizado!
Aquelas crianças cresceram!
Transformaram-se em jovens determinados em manter viva e linda essa Festa. Agora, a impressão que fica é que, a cada ano, aprimoram-se em torná-la mais linda.
O restaurante sempre com ótima comida, a quermesse com imensos artigos, os grupos musicais que alegram as noites, os ranchos que enriquecem o nosso folclore, a diversidade de atividades para todos os gostos, a decoração das ruas a cada ano mais bela, a ornamentação dos andores que demonstra uma verdadeira arte e os desenhos do chão do largo da igreja, agora preenchidos com serradura colorida, são um lindo “cartão postal” da nossa aldeia.
Admiro o trabalho e esforço dessa juventude!
E por admirar tanto o esforço e trabalho desses jovens não consegui ficar indiferente ao receber uma carta da Comissão de Festas. Nela, constava um convite para que os moradores enfeitassem as suas casas para receberem a procissão.
Não posso considerar-me católica, mesmo tendo sido batizada na Igreja Católica e ter Santo António como Padrinho de batismo, mas gosto muito de ver a procissão e fico emocionada de ver tantos jovens unidos a construírem algo tão bonito e com objetivos tão positivos. Por isso mesmo, apesar não ter muita aptidão para trabalhos manuais, atendi ao convite e lá confeccionei umas flores de papel para colocar no portão de minha casa.
Esta é uma colaboração ínfima comparada a tudo o que esses jovens fazem pela Festa em honra de São Sebastião e Nossa Senhora da Saúde, padroeiros do Sobreiro.

Bem hajam!

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Grrrrrr

Alguém pode explicar
porque ainda me aborreço em certas reuniões?