Companheiros de Pensamentos

sexta-feira, 5 de outubro de 2018

Dia do Professor

Hoje, em Portugal, é o dia do Professor. No Brasil, será no dia 15. Aproveito para dedicar este lindo texto de João Pedro Mésseder, a todos os meus colegas de tão Nobre Profissão, daqui e d'além mar. Como dizia Paulo Freire; a nossa profissão não é a mais importante de todas... ela é FUNDAMENTAL para a sociedade!
Ser professor,
Se não houvesse espelhar de olhos no primeiro dia de aulas, ser professor não seria um sonho.
Se um fio de beleza não pudesse soltar-se daqueles dedos, daquelas vozes cantoras, daqueles corpos em movimento, ser professor não seria um sonho.
Se nunca um verso ganhasse asas no fresco dos seus lábios, ser professor não seria um sonho.
Se um livro, uma pintura, um ambiente virtual ou um filme não abrissem uma porta até então fechada, ser professor não seria um sonho.
Se o tédio não pudesse emagrecer, ser professor não seria um sonho.
Se o saber não construísse pessoas melhores, ser professor não seria um sonho.
Se Arte e Jogo, Língua e Ciência não pudessem ser nomes próprios, nobres palavras, ser professor não seria um sonho.
Se um certo olhar não sorrisse ao conseguir ler pela primeira vez uma frase, fazer uma descoberta, resolver um problema, ser professor não seria um sonho.
Se um rosto não se iluminasse ao ouvir “muito bem!”, “está bem visto!”, “um passe perfeito!”, ser professor não seria um sonho.
Se uma mão negra e outra branca e outra morena não pudessem tocar-se, ser professor não seria um sonho.
Se várias cabeças não conseguissem pensar melhor do que uma, ser professor não seria um sonho.
Se o silêncio e o asseio, a sobriedade e a ordem não pudessem ser aprendidos, ser professor não seria um sonho.
Se o medo e a violência, a solidão e a pobreza não pudessem ser combatidos, ser professor não seria um sonho.
Se justiça e democracia, fraternidade e autoridade não pudessem ser aprendidas, ser professor não seria um sonho.
Se na escola não pudesse germinar a paz e a entreajuda, em vez da competição, ser professor não seria um sonho.
Se a escola não ajudasse a reordenar o mundo, ser professor não seria um sonho.
Se a inteligência não pudesse guiar o sonho, se este não pudesse guiar a inteligência, ser professor não seria um sonho.
Quando nas lides te iniciaste, ser professor tinha a forma de um sonho? Se não tinha, o tempo deu-lhe essa forma. Para muitos, ser professor é tornar real um sonho. O de ajudar a crescer, a fazer do mundo um lugar melhor para se viver.
E não há ofensas, nem indignidades – provindas de efémeros poderes –, nem rankings, nem propagandas capazes de matar esse sonho.
Nem distâncias, nem sacrifícios, nem desassossego, nem noites em claro…
Sem vozes de crianças e jovens à tua volta, sem humana relação, ser professor não seria um sonho.
João Pedro Mésseder, no Dia do Professor 2018


domingo, 2 de setembro de 2018

Mãe

90 anos!

Alguém diria: “Faria 90 anos…”

Mas como posso dizer “faria” se tu continuas em mim?

Tuas palavras, teus conselhos, teus provérbios, teu riso, teus gestos, até teus gostos… (é verdade; agora gosto de figos!).

Continuo a sentir teu carinho, teu cuidado, tua dedicação, teu amor.

É exatamente isso: quando a mãe é VERDADEIRAMENTE MÃE, seu amor perdura mesmo depois da sua partida…

Parabéns, Mãe. Obrigada por tudo!

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Bodas de Cristal


As Bodas de cristal é como é chamada a festa do 15º aniversário de casamento e que possui, como significado, a renovação do compromisso estabelecido pelo casal para continuarem juntos. As bodas também promovem a reflexão sobre a importância do casal se manter unido ao longo do tempo. Quando se chega aos 15 anos de casamento o símbolo utilizado é o cristal, o qual significa vitalidade. Em outras palavras, o cristal representa a nobreza, a solidez e a transparência e isso para a vida de um casal deve ser compreendida como a prevalência dos sentimentos bons e superiores que os une, a segurança, fidelidade e companheirismo ao longo do tempo e das diversas situações, e a transparência que advêm da comunicação, honestidade e sinceridade.

sexta-feira, 11 de maio de 2018

Turma 1993







Bateu uma nostalgia...
Já se passaram 25 anos!
Há 25 anos formava-me em Pedagogia e iniciava um percurso que tornou-se apaixonante!
Não imaginava que essa paixão continuaria viva após tantos anos!


quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Dia de São Valentim

O Dia dos Namorados, em Portugal, comemora-se hoje, no dia de São Valentim.
Apesar de não sermos "escravos" das datas "comerciáveis"... 
cá apareceram uns miminhos, de acordo com as preferências de cada um.
O time de futebol para dele e o anjo,para ela.


quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

AFETO


Uma Professora pergunta aos seus alunos o que quer dizer afeto.
Ninguém sabe.
Ela dá uma dica para tentar ajudar:


- É o que eu sinto por vocês.
Rapidamente respondem:

- AMOR.

Como soube bem saber que eles sabem que os amo!


terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Ano Novo


Era véspera de Natal, em Luanda, e os pais de Ana, resolveram visitar um casal amigo que tinha dois filhos, levando-a com eles.
Os filhos do casal chamavam-se Maria, que tinha a mesma idade de Ana, nove anos, e João, mais velho uns dois anos.
Os casais conversavam na sala de estar, enquanto a Ana e a Maria brincavam no quintal enquanto falavam das suas expectativas sobre o que traria o Pai Natal.
Encontravam-se no auge da animação, quando o João passa por elas e afirma com grande autoridade:
- O Pai Natal não existe!
Ana e Maria entreolharam-se, emudeceram perante tal declaração vinda de alguém mais velho que elas. Nos olhos de Maria começaram a surgir pequenas lágrimas. A Ana tenta salvar a situação e exclama, convicta:
- O Pai Natal existe, sim! É ele que traz os presentes no dia de Natal!
O João olha-a de forma soberba e reafirma:
- Vocês são mesmo muito infantis! O Pai Natal não existe e quem traz os presentes são os nossos pais. Eles é que compram e colocam ao pé da árvore enquanto dormimos. Miúdas!
E lá vai o João, com a bola debaixo de braço e com a cabeça bem erguida, encontrar com outros meninos para mais um jogo de futebol.
Maria continua calada mas nada feliz com o que acabou de ouvir. Ana não pode ficar parada. Entra pela casa, vai direto à sala de estar e interrompendo a conversa dos adultos (uma grande falta de educação), questiona o pai:
- O Pai Natal existe?
O pai, sussurra-lhe:
- Em casa, conversamos.
Mas ao tentar retomar a conversa com seu amigo, a Ana não se cala, mesmo sentindo o olhar da mãe; aquele olhar que dizia, claramente, que não era a hora, nem o momento, para tal questionamento:
- O Pai Natal existe?
Num tom baixo, o pai olha bem nos olhos de Ana e repete:
- Em casa, conversamos!
Não adiantava! Ana conhecia bem demais seu pai e sabia que, naquele momento, não haveria resposta.
Voltou para a companhia de Maria, remoendo seus pensamentos. Por que será que o pai não respondeu? Bastava dizer sim ou não! Logo os pais que sempre respondiam todas as perguntas que fazia!
Quer dizer, todas, não! Quando ela perguntava o significado de alguma palavra, eles mandavam-lhe procurar no dicionário.
Não restou nenhuma vontade para as meninas voltarem ao assunto do Pai Natal. Será que o João tinha razão?
O pai de Maria e João ofereceu-se para levar os pais de Ana, e ela, a casa, de carro; o que significava que tinha mesmo que esperar chegar a casa.
Finalmente, em casa!
O pai senta-se e a Ana foi logo para o seu lado mas, desta vez, não precisou voltar a formular a pergunta pois quem faz isso é o pai:
- Acreditas que o Pai Natal existe, Ana?
Ora esta? Então devolve a pergunta? Depois de refletir um pouco, a Ana responde:
- Acredito.
- Então… ele existe! – respondeu o pai.
Ana olha-o admirada. (Como assim?)
O pai, percebendo a sua admiração, continuou:
- Ana, muitas vezes, se acreditares em algo, isso passa a existir. Se não acreditares, não existe! Se acreditarmos que o Amor entre as pessoas existe e que faz muito bem, então … o Amor existe! Se acreditares que dias melhores virão, então a Esperança existe! Ouvirás muitas vezes a palavra Fé que está intimamente ligada à confiança.
Ana ouviu essa explicação que tornou-se uma lição para a vida.

Neste início de ano, mais do que nunca, Fé significa ter esperança que algo vai mudar de forma positiva, para melhor.
Assim seja!


quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Quero Ver *♫* Canção de Natal



Não tenho vindo muito aqui mas gostava de desejar um Feliz Natal a todos os que passam por este cantinho.

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

12 Anos

Tejo, após um ano de grandes perdas, minha mãe e meus filhos, eis que um anjo colocou-te em nossas vidas.
Vieste com a missão principal de arrancar sorrisos a mim e ao teu dono num momento muito triste para nós. E ainda arrancas!
Nessa altura, foste um ótimo e grande antidepressivo, sem a menor dúvida.
Não sabemos bem a data do teu nascimento mas escolhemos o dia 8 de dezembro para comemorarmos o teu aniversário e, hoje, comemoras 12 aninhos na nossa companhia.
Sabemos que a idade está chegando: as tuas patinhas já se ressentem, teu soninho é mais longo, teus olhinhos necessitam de cuidados… mas tu sabes que podes continuar a contar com todo o carinho, muitas festinhas e miminhos, como esta refeição especial.
E, para quem não queria cães grandes, não podia gostar mais de ti, meu “bezerrinho”!

Muitos Parabéns, Tejo Lindo!

domingo, 15 de outubro de 2017

Parlamento aprova entrada de animais de estimação em restaurantes

Foto: Leonel de Castro/Global Imagens

Parlamento aprova entrada de animais de estimação em restaurantes: A Assembleia da República aprovou projetos do PAN, do BE e do PEV que possibilitam a permissão de animais de companhia em estabelecimentos fechados de restauração, para além dos cães de assistência já autorizados por lei.


Concordo. O proprietário do estabelecimento é que deve ter o poder de deixar ou não.
Nunca me preocupei em comer ao lado de um animal de 4 patas. Já ao lado de "certos" animais de 2 patas... Ui!!!!!!!!
Sem falar que "alguns" animais de 2 patas são bastante mais RUIDOSOS do que muitos cães!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
De qualquer forma, continuo a afirmar que o maior problema está no bom censo do dono do animal.
Já cheguei a frequentar estabelecimentos com a Boneca (ao meu colo) e o Kibon (no chão "coladinho" a mim).
Mas não levaria o Tejo! O excesso de meiguice que este meu cãopanheiro tem e a vontade dele em ESPALHAR beijinhos... pois... seria complicado!!!!!
No entanto, a culpa não é dele e, sim, minha que não o eduquei para ser comedido nas suas demonstrações de afeto!
É claro que as mesas deveriam estar dispostas com maior intervalo entre elas; que deveria haver áreas reservadas, da mesma forma que há para os fumantes.
Se outros países já permitem isso, não vejo qual o problema de também evoluirmos nessa área.
Lógico que, acima de tudo, tem que haver educação por parte dos animais de "2" patas!