Se calhar, há momentos da nossa vida em que temos que ter a coragem de ARRISCAR...
quarta-feira, 28 de janeiro de 2015
segunda-feira, 29 de dezembro de 2014
FELIZ 2015
Este ano não foi o melhor mas também não foi dos piores. Porém, continuo com a esperança que o próximo poderá ser melhor!
terça-feira, 23 de dezembro de 2014
quinta-feira, 18 de dezembro de 2014
sexta-feira, 12 de dezembro de 2014
Revista WOOF
É uma revista completa: histórias, dicas, lições, curiosidades, diversão... É uma revista que coloca, em primeiro lugar, o CÃO.
Não é uma daquelas revistas especializadas em exposições, raças, enfim...
Neste número de dezembro, saiu a história do meu KIBON!!!!!!
Para mim, foi um verdadeiro presente!
Acho que ficou com uma boa dose de ciúmes...
segunda-feira, 8 de dezembro de 2014
Parabéns, Tejo!
PARABÉNS, TEJO !
E obrigada!
Há quase 9 anos recebíamos um presente fofo, maluco, divertido.
Um cão sem dono, sem pedigree, sem afixo, sem pais campeões, sem "raça" definida. Não sabíamos nada sobre ele, nem a idade ao certo. Apesar de não ser católica, decidimos que comemoraríamos o seu aniversário no dia 8 de dezembro. E tem sido uma benção na minha vida! Um cão ser uma benção? Sim, uma benção.
2004 não foi um ano nada feliz. Iniciei o ano com o falecimento de minha mãe, pela metade do ano, perdi os meus bebés e terminei o ano com um aborto espontâneo. Foram momentos muito dramáticos e estava muito difícil seguir em frente.
Já tinha a companhia do Kibon mas a chegada de um furacão em casa, obrigava-me a reagir rapidamente.
E foi assim que este cão rafeiro, vira-lata, ajudou-me muito a não cair numa depressão.
Ele obrigava-me a ensinar-lhe "boas maneiras".
Ele obrigava-me a brincar.
Ele obrigava-me a rir.
Ele obrigava-me a ver que a vida continua e que as pessoas que nos amam, mesmo não estando presentes fisicamente, querem sempre ver-nos felizes.
E foi assim, que este cão "maluquito" evitou que eu caísse numa depressão (não tenho dúvidas).
E se alguém pensar: "E o seu marido?"
O meu marido viveu as mesmas dores (ele gostava imenso da minha mãe); portanto, não é exagero dizer que este cãozito ajudou, não uma, mas duas pessoas a voltarem a viver.
9 anos (mais ou menos = 61 aninhos) Valeu, Tejo!
domingo, 30 de novembro de 2014
Rena Tejo e Kibon Natal
Este post dá voz aos cães:
| Não, não estou com "cara" de doente! Não, não estou com "cara" de quem já vai para os 15 anos! Esta é a "cara" de AGUEEEEENNNNTA ESSA DONA!!!!!!! (Ass: KIBON) |
| Eu sei! Lá vem ela, outra vez, querer transformar-me em rena. Deixa para lá! É só uma vez por ano! Afinal... esta é SÓ a 9.ª vez! Eu aguento! (Ass: TEJO) |
sábado, 29 de novembro de 2014
Cheirinho a Natal!
Gosto imenso do Natal e não tem nada a ver com os presentes.
Desde criança, meus pais sempre procuraram mostrar que não são as "datas" que mandam nos comportamentos e atitudes das pessoas.
Não é preciso esperar o Natal para "ter" que lembrar de alguém.
Não é preciso esperar o Natal para praticar a solidariedade.
Não é preciso esperar o Natal para "ser bonzinho".
O Natal é sempre que nós quisermos.
Então, qual o motivo para gostar tanto do Natal?
O Presépio!
Meus pais contavam-me histórias através das figuras do presépio. Como eu deliciava-me com essas histórias. E a cada ano, eu pedia para repetirem as mesmas histórias. Histórias essas que eu transmito a quem vem visitar-me e aproveita para "passear" pelo presépio que começou a ser comprado por meu avó paterno de 1950 até 1960. Com o seu falecimento, o presépio ficou como ele deixou.
E desde essa época montamos sempre o presépio.
É claro que também montamos a árvore de Natal mas é o presépio que tem toda a magia e "cheirinho" a Natal.
"Cheirinho" esse que espalha-se pela casa em variadas decorações.
| È assim que começa: serradura. |
| Desembrulhar todas as peças. |
| O anjo de "asa quebrada" também entra. |
| Uma variação deste ano. Pensando na Fê, Margarida e no João, um gatinho também faz companhia ao Menino Jesus, |
| À direita.. |
| ... ao centro... |
| ... à esquerda. |
sexta-feira, 14 de novembro de 2014
Presente em forma de CONTO
No seu blog mas tu és tudo e tivesse eu casa tu passarias à minha porta, ela escreve contos de 250 palavras a partir de palavras (até 5) sugeridas por seus seguidores. E mais uma vez, recebi um espetacular presente em forma de conto com o meu título: "E eu que pensava..."
Passem lá, leiam o "meu" conto e todos os outros e, acreditem, não vão conseguir largar aquele blog.
sábado, 8 de novembro de 2014
COOKIE e BONECA
Talvez
por estar a aproximar-se a altura de que muitas pessoas dão cachorrinhos de
presente, como se fossem um brinquedinho engraçado que os filhos fartam-se de
pedir, detive-me em duas fotos.
A
1.ª é do Cookie, o meu primeiro cão, que foi-me oferecido quando eu nasci. É
verdade; quando cheguei da maternidade, já lá estava.
Minha
mãe sentou-se numa poltrona, chamou o Cookie e o Pimpão (na altura, já com os
seus 11 aninhos), descobriu os meus pés e deixou que os dois “peludos”
cheirassem, lambessem…
Ela
contava esta história e dizia que a minha reação foi sorrir muito.
E
assim, desde que me conheço por gente, sempre tive a companhia de um ou dois
canitos. E também foi assim que, desde tenra idade, fui educada a cuidar,
respeitar e procurar entender o cão. Meu pai até dizia: “o cão tem sempre
razão”.
Não
interessava a raça. Interessava aquele ser vivo que merecia toda a nossa
atenção e responsabilidade.
Em
certa altura, tivemos que ausentar-nos por cinco anos e o Cookie (o Pimpão já
tinha falecido) ficou com familiares próximos, na mesma casa onde vivíamos. Quando
retornámos, o Cookie já estava completamente cego, já tinha 13 aninhos; porém
reconheceu cada um de nós, e sua alegria foi dobrada quando reencontrou minha
mãe. Inesquecível!
A
2.ª foto é da Boneca.
A
Boneca estava numa gaiola de uma loja de animais e impressionou-me porque, ao
contrário do que costumamos ver com outros filhotinhos, essa coisinha minúscula
mordia, raivosamente, a gaiola.
Perguntei
ao dono da loja qual seria o preço dela (na esperança de estar além das minhas
posses e conformar-me em não poder levá-la). Porém, ele respondeu que se eu
sorrisse, dava-me de presente. Apesar de, na altura, ter uns 15 anos, conclui
que aquele filhote devia ter algum defeito; ao que o dono esclareceu porque
estava a oferecê-lo: não tinha raça e era fêmea. Imediatamente, olhei para a
minha mãe e… lá trouxemos a Boneca.
A
Boneca viveu quase 19 anos.
Quando
alguém quer levar para casa um filhotinho fofinho, pequenino, engraçadinho, tem
que ter plena consciência de tudo o que está em jogo. Está em jogo um bichinho
que vai crescer, vai fazer asneiras, vai precisar de cuidados, principalmente,
quando atinge a sua velhice.
A
Boneca acabou por ficar cega, surda, com artrite (que dificultava muito a sua
locomoção), teve que passar por duas cirurgias; mas sempre mereceu todo o nosso
respeito, cuidado e muito, muito miminho.
Cão
não é brinquedo!
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