E ainda deu tempo para dar um pulinho ao Mercado Medieval, em Óbidos.
Acho esta vila linda, mas confesso que gosto mais de passear por suas ruas quando não há feiras...
Recebi este lindo selo do "Pepi", do blog http://bichinhosamados.blogspot.com/.E, mais uma vez, MUITO OBRIGADA pelo carinho.
Este fim de semana fomos dar um pulinho a Arraiolos, para ver "O tapete está na rua".
Antes passámos por Grândola, almoçamos perto de Melides onde fizemos uma pequena "sesta" entre os pinheiros, ouvindo os pássaros.
Já é a segunda vez que visitamos Arraiolos, esta vila alentejana, pelo mesmo motivo, e não me canso de admirar verdadeiras obras de arte.
É muito interessante ver os vários "quadros vivos" que representam os passos para chegar a um lindo tapete.
Desta vez, também visitámos uma exposição de altares dos santos populares (que eu chamo de "tronos", também faço o meu, cá em casa), na Igreja da Santa Casa da Misericórdia.
Como ninguém é de ferro, provámos uns doces conventuais, verdadeiramente, divinais; e comemos uns caracóis (pronto, lá vão as minhas amigas brasileiras torcer o nariz...), acompanhados por uma cervejinha preta.
Mais um momento simples mas mágico, pois é sempre bom aproveitar a companhia daqueles que amamos.
A seguir, algumas notas sobre esta vila, retiradas da net.
"A vila de Arraiolos é sede de município. A vila fica localizada cerca de 20 km a noroeste de Évora.
Em termos de património, salientam-se o castelo (do século XIV), a igreja de Senhor dos Passos (reconstruída no século XIX), o pelourinho (do século XVII), a igreja de Santa Ana do Campo, a igreja da Misericórdia (início do século XVI), o solar da Sempre Noiva (séculos XV e XVI) e o convento dos Loios (a quinta do convento foi doada em 1526 aos frades de São João Evangelista, que no ano seguinte iniciaram a construção do convento; no seu interior encontram-se azulejos, com data de 1700, assinados por Gabriel Barco).
Arraiolos é um município famoso pelos seus tapetes, cujo fabrico remonta talvez ao século XVII.
A fundação desta vila é atribuída, por uns, aos galo-celtas, no século IV a. C., sob o nome de Calantia, e, por outros, aos sabinos, tusculanos e albanos, que viveram nesta área, antes de Sertório, no ano 200 a. C., governados por um capitão grego Rayeo, daí derivando o nome Rayolos e, depois, Arrayolos. Com a chegada dos povos nórdicos, esta cidade foi destruída e despovoada.Em 1217, D. Afonso II doou a vila de Arraiolos ao bispo de Évora, concedendo-lhe licença para aí construir um castelo, que não chegou a ser edificado. D. Afonso III recuperou a vila para a coroa e D. Dinis reconstruiu-a, erguendo o seu castelo e concedendo-lhe foral em 1310. D. Fernando I doou a vila de Arraiolos a D. Álvaro Pires de Castro, irmão de D. Inês de Castro, e D. João I doou a vila ao condestável D. Nuno Álvares Pereira. Em 1511 recebeu novo foral de D. Manuel I.
Durante as Guerras de Independência, os espanhóis tomaram esta vila e incendiaram o castelo."