Ao vê-la, alguns diriam: “ É apenas uma criança.”
De certa forma, sim, pode-se dizer que é uma criança.
Uma criança que fui acompanhando o seu crescimento. Não como um elemento da família, não.
Fui acompanhando a sua sensibilidade, a sua graça, o seu sorriso, o seu olhar que diz tanto…
Quantas vezes, na sua ingenuidade infantil, dizia algo tão profundo, algo que ia de encontro com a saudade que tinha no meu peito, que eu tinha que fazer uma força danada para não desatar a chorar.
Não sabia bem o que responder a uma criança que tinha a capacidade de expressar com tão poucas palavras, toda a dor que eu sentia.
No dia do meu casamento, um dia em que eu tinha muitos sentimentos misturados, ela deu-me um daqueles abraços que só ela dava.
Meu Deus, como pode uns bracinhos tão pequeninos terem a capacidade de passar a sensação de estar a receber uma abraço do tamanho do mundo!
E assim, fui “vendo” essa criança crescer. Uma criança doce, educada, sensível, meiga. Uma criança que tem recebido uma educação excelente. Que tem recebido um apoio incondicional da parte da sua mãe e do seu pai, que sempre serão os seus únicos e verdadeiros amigos. É claro que ela tem e terá vários amigos, pois a sua presença é agradável e a sua companhia é doce. Mas NINGÚEM será tão sincero, tão presente, tão amigo como os seus pais. Disso não tenho a menor dúvida.
Gosto muito de ti, Joaninha.
Sei que já és grande para uma “Joaninha”, mas chamo-te assim devido ao grande carinho e afecto que sinto por ti. Espero que entendas e aceites continuar a chamar-te de “Joaninha”.
(Ainda lembro do teu avô (meu tio) e da minha mãe andarem sempre a procurar algo que tivesse “joaninhas” para a colecção que a tua mãe iniciou…)
Pois é, alguns diriam que és só uma criança…
Para mim, és e serás sempre alguém muito especial que me traz doces recordações e que sempre estará nos meus pensamentos. E podes ter a certeza que nada, nem ninguém mudará isso.
De certa forma, sim, pode-se dizer que é uma criança.
Uma criança que fui acompanhando o seu crescimento. Não como um elemento da família, não.
Fui acompanhando a sua sensibilidade, a sua graça, o seu sorriso, o seu olhar que diz tanto…
Quantas vezes, na sua ingenuidade infantil, dizia algo tão profundo, algo que ia de encontro com a saudade que tinha no meu peito, que eu tinha que fazer uma força danada para não desatar a chorar.
Não sabia bem o que responder a uma criança que tinha a capacidade de expressar com tão poucas palavras, toda a dor que eu sentia.
No dia do meu casamento, um dia em que eu tinha muitos sentimentos misturados, ela deu-me um daqueles abraços que só ela dava.
Meu Deus, como pode uns bracinhos tão pequeninos terem a capacidade de passar a sensação de estar a receber uma abraço do tamanho do mundo!
E assim, fui “vendo” essa criança crescer. Uma criança doce, educada, sensível, meiga. Uma criança que tem recebido uma educação excelente. Que tem recebido um apoio incondicional da parte da sua mãe e do seu pai, que sempre serão os seus únicos e verdadeiros amigos. É claro que ela tem e terá vários amigos, pois a sua presença é agradável e a sua companhia é doce. Mas NINGÚEM será tão sincero, tão presente, tão amigo como os seus pais. Disso não tenho a menor dúvida.
Gosto muito de ti, Joaninha.
Sei que já és grande para uma “Joaninha”, mas chamo-te assim devido ao grande carinho e afecto que sinto por ti. Espero que entendas e aceites continuar a chamar-te de “Joaninha”.
(Ainda lembro do teu avô (meu tio) e da minha mãe andarem sempre a procurar algo que tivesse “joaninhas” para a colecção que a tua mãe iniciou…)
Pois é, alguns diriam que és só uma criança…
Para mim, és e serás sempre alguém muito especial que me traz doces recordações e que sempre estará nos meus pensamentos. E podes ter a certeza que nada, nem ninguém mudará isso.





