quinta-feira, 2 de julho de 2009
"A Profecia Celestina" - James Redfield
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Tudo que se quer...
Mais uma vez, agradeço a Deus, pela pessoa tão especial que tenho ao meu lado: meu marido.
sexta-feira, 19 de junho de 2009
terça-feira, 16 de junho de 2009
segunda-feira, 8 de junho de 2009
"Sem vergonha de ser e estar Feliz"
Eu já passei por tanta coisa…
Já passei por uma guerra, por grandes decepções, já perdi pais, filhos, tios e avós e muita gente conhecida…
Sim, muita gente que significava algo para mim.
Meus colegas de escola, companheiros de brincadeiras, colegas de meus pais, meus colegas de trabalho, vizinhos que o curso da vida fez com que não nos encontremos mais.
Sou do tempo em que só podíamos contar com o carteiro para trocar notícias com as pessoas que não viviam perto de nós. Bastava uma ou duas cartas extraviarem-se que, pronto, perdíamos completamente o contacto.
Era uma pena. E o que passava pela nossa cabeça? Teriam mudado de casa, viajado para outro país ou morrido?
Agora, tocando nesse assunto, nunca nos passava pela cabeça que tinham deixado de gostar de nós. Afinal, o que sentíamos, o que vivíamos, o que partilhávamos, o que confidenciávamos, tudo isso era o que mantinha os laços de afectuosidade que nos unia. E, por incrível que possa parecer, essa afectuosidade continuava e continua viva em nossos corações e as memórias desses tempos continuam a ser sempre recordadas com melancolia e saudade.
Quando gosto de alguém, significa que existe algo especial nessa pessoa. O quê? Tanta coisa…
Quando gosto, não importa a distância, a idade, o sexo, o peso, a altura, o gosto, duvidoso ou não, pela moda ou gastronomia, nem a quantidade de vezes que estou com essa pessoa.
Em todos os momentos que estou com pessoas de quem gosto, o mais importante é a qualidade desses momentos.
Quando gosto é, principalmente, porque em momentos alegres, descontraídos, delicados, difíceis, conturbados, (de ambos os lados), houve sempre uma mão estendida, um ombro encostado, um ouvido atento, um gesto único. Momentos de grande qualidade.
E depois? E depois de passar os tempos difíceis? Coloca-se de lado essa pessoa? Arruma-se na prateleira para quando for preciso usá-la noutra situação?
Há, realmente, quem faça isso. E é exactamente com isso que estou cansada e sem paciência para ficar na prateleira.
A partir de agora, vou virar uma página nos meus afectos.
Não. Não quero e não vou ficar sentada numa prateleira à espera de ser novamente usada.
Chega. Basta.
E, apesar de tudo pelo que já passei, não tenho vergonha de viver momentos felizes.
domingo, 7 de junho de 2009
"Felicidade é sentir-se rico."
A sua cama estava junto da única janela do quarto.
O outro homem tinha de ficar sempre deitado de costas.
Os homens conversavam horas a fio. Falavam das suas mulheres, famílias, das suas casas, dos seus empregos, dos seus aeromodelos, onde tinham passado as férias...
E todas as tardes, quando o homem da cama perto da janela se sentava, passava o tempo a descrever ao seu companheiro de quarto todas as coisas que conseguia ver do lado de fora da janela.
O homem da cama do lado começou a viver à espera desses períodos de uma hora, em que o seu mundo era alargado e animado por toda a actividade e cor do mundo do lado de fora da janela.
A janela dava para um parque com um lindo lago. Patos e cisnes, chapinhavam na água enquanto as crianças brincavam com os seus barquinhos. Jovens namorados caminhavam de braços dados por entre as flores de todas as cores do arco-íris. Árvores velhas e enormes acariciavam a paisagem e uma tênue vista da silhueta da cidade podia ser vislumbrada no horizonte.
Enquanto o homem da cama perto da janela descrevia isto tudo com extraordinário pormenor, o homem no outro lado do quarto fechava os seus olhos e imaginava as pitorescas cenas.
Um dia, o homem perto da janela descreveu um desfile que ia apassar. Embora o outro homem não conseguisse ouvir a banda, conseguia vê-la e ouvi-la na sua mente, enquanto o outro senhor a retratava através de palavras bastante descritivas.
Dias e semanas passaram. Uma manhã, a enfermeira chegou ao quarto trazendo água para os seus banhos, e encontrou um corpo sem vida, o homem perto da janela, que tinha falecido calmamente enquanto dormia.
Ela ficou muito triste e chamou os funcionários do hospital para que levassem o corpo.
Logo que lhe pareceu apropriado, o outro homem perguntou se podia ser colocado na cama perto da janela. A enfermeira disse logo que sim e fez a troca.
Depois de se certificar de que o homem estava bem instalado, a enfermeira deixou o quarto.
Lentamente, e cheio de dores, o homem ergueu-se, apoiado no cotovelo, para contemplar o mundo lá fora. Fez um grande esforço e lentamente olhou para o lado de fora da janela que dava, afinal, para uma parede de tijolo!
O homem perguntou à enfermeira o que teria feito com que o seu falecido companheiro de quarto lhe tivesse descrito coisas tão maravilhosas do lado de fora da janela.
A enfermeira respondeu que o homem era cego e nem sequer conseguia ver a parede. Talvez quisesse apenas dar-lhe coragem...
Moral da História:
Há uma felicidade tremenda em fazer os outros felizes, apesar dos nossos próprios problemas.
A dor partilhada é metade da tristeza, mas a felicidade, quando partilhada, é dobrada.
Se te queres sentir rico, conta todas as coisas que tens que o dinheiro não pode comprar.
" O dia de hoje é uma dádiva, por isso é que o chamam de presente."
(desconheço quem é o autor deste texto; recebi de uma amiga e colega de trabalho e ressolvi partilhar)
sábado, 6 de junho de 2009
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Será que eu é que estou fora de contexto?

quinta-feira, 21 de maio de 2009
Dia da Espiga

“Esta quinta-feira, assinalada no calendário cristão como a da Ascensão - em que a Igreja comemora a ascensão de Jesus Cristo ao Céu -, é igualmente o dia em que tradicionalmente se ia ao campo colher um ramo, no qual a espiga de trigo era o elemento mais simbólico. Compunham igualmente o ramo, um malmequer, uma papoila, um ramo de oliveira, um ramo de parreira e um pé de alecrim. Simbologia associada a cada elemento: Espiga – Pão; Malmequer – Ouro e prata; Papoila – Amor e vida; Oliveira – Azeite e paz; Videira – Vinho e alegria; Alecrim – Saúde e força.Manda a tradição que no “Dia da Espiga” os jagozes saiam da sua terra para animadamente “povoar” zonas mais saloias e, em jeito de passeio, levem a sua família e amigos para um alegre piquenique. São vários os petiscos típicos para este dia. Se uns escolhem a churrascada, outros preferem o coelho com ervilhas, o arroz de pato ou até o ensopado de borrego, entre outras iguarias. O que não pode faltar é a rega vinícola, seja branca, tinta ou verde, muita alegria e boa música para dar cor à festa.De há uns anos para cá, os mais jovens reúnem-se na noite de quarta-feira na Foz do Lizandro onde acampam até o dia nascer. As fogueiras dão o tom quente à noite, de onde vem também o aroma inconfundível dos grelhados. No fundo, é uma festa típica portuguesa. Come-se, bebe-se e emerge a diversão por entre várias gerações naquilo que os jagozes, e não só, mais gostam: uma boa festa!”
(Texto de César Moreira)
domingo, 10 de maio de 2009
GRANDE PROFESSOR
Meu Professsor, grande Amigo, excelente Maestro.
Tive uma agradável surpresa em ver estes vídeos. Parece que um filme desenrolou-se na minha memória: as aulas, os ensaios, as apresentações, os ensinamentos, as lições de simplicidade, o exemplo de um Amante da Música; tanta coisa...