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sábado, 18 de agosto de 2012
CÃOpanheiros
O meu Kibon já soma mais um aninho.
Certo dia, estava eu dentro do pátio da minha casa, quando aproximou-se um casal amigo ao portão para conversar comigo.
Conversámos, com a companhia do Kibon em pé nas patitas traseiras, apoiado nas minhas pernas.
A certa altura, o meu amigo pergunta "ele morde?", estendendo a mão, por cima do portão, para lhe fazer uma festa.
Como o Kibon nunca tinha mordido ninguém, aliás era muito "dado" com as pessoas, eu preparava-me para responder "não".
Mas, antes de ter tempo para responder, o Kibon resolve tentar morder a mão do senhor; só não mordendo porque, como eu o estava segurando, recuei rapidamente evitando a mordida.
Por quê?
Poderia dar algumas respostas racionais e emotivas. Mas não importa.
Importa ter respeito, cuidado, segurança, carinho para com os nossos CÃOpanheiros, para que eles não causem sofrimentos a ninguém e possam ter uma vida longa e tranquila.
terça-feira, 14 de agosto de 2012
Será?
Sempre que
vejo imagens/notícias de animais abandonados, maltratados sinto um aperto no
coração.Sinto-me impotente.
Gostaria de ter poder, de ter condições para proteger, acolher, tratar todos os animais que perambulam pelas ruas e estradas, que são abandonados por donos imbecis.
Às vezes penso, será que as “bestas” que jogam fora um cão ficam sensibilizadas ao ver essas imagens/notícias?
Será que os desumanos que maltratam um animal indefeso, ao ver essas imagens/notícias sentem algum arrependimento?
Tomara que esteja errada mas… duvido.
Todas essas imagens e/ou notícias só servem para apertar mais os corações daqueles que, verdadeiramente, AMAM os animais.
domingo, 29 de julho de 2012
Kibon na rede
Isto é a verdadeira Vida de Cão!
(Bem... pelo menos, deste cão que, em breve, completa 12 anos.)
Mas ele merece, aliás, todos os animais
merecem respeito, cuidados, atenção e
(porque não?) miminhos!
segunda-feira, 16 de julho de 2012
Dar banho aos CÃES
E aqui estão as fotos deles após o banho, deitados nas suas toalhas personalizadas; uma oferta de quem ama, verdadeiramente, os nossos cãopanheiros.
E por quê não há fotos do banho?
Porque não havia mãos suficientes para tudo!
Meu marido, com uma mão segurava a mangueira e com a outra, segurava o cãozito, enquanto eu ensaboava-os.
Uma verdadeira operação muito bem articulada!
Por fim, gosto de ver a satisfação deles; até parece que "sorriem"!
domingo, 1 de abril de 2012
Dia 1 de Abril
Nunca achei muita graça ao dia das mentiras.
Meus pais também não eram amantes dessa prática. Lembro-me que a única partida que meu pai pregava à minha mãe era dizer-lhe que estava um gato a fazer xixi no vaso da roseira. Ela saía disparada para afastar o gato que NUNCA estava lá. O mais divertido era que meu pai pregava SEMPRE a mesma partida e minha mãe SEMPRE caía, ano após ano. Só quando ela percebia que afinal não havia gato e via que eu já estava a rebolar de tanta risada, é que ela dava conta que tinha caído, NOVAMENTE, na partida de meu pai.
Eu, simplesmente, tiro o casaco, vou para o quarto, deito-me, calada, esperando que meu coração diminua o ritmo que tinha alcançado.
| KIBON |
Há 7 anos, meu marido pregou-me a primeira e última mentira de 1 de abril.
Ele acorda-me a dizer, muito rapidamente, que os nossos cães tinham escapado pelo potão. Levanto-me num rompante, visto um casaco por cima do pijama, pensando que caminho devia tomar para tentar ir ao encontro deles, rezando para que não fossem atropelados, que não se encaminhassem para a estrada nacional e quando estou a encaminhar-me para a porta... "tropeço" nos meus cães que vinham dar-me os bons-dias. Olho para o meu marido que desata a rir e a dizer "primeiro de abril".
| TEJO |
Meu marido aproxima-se, de mansinho, estranhando o fato de eu ter ficado tão calada.
- Então? Foi uma brincadeira de primeiro de abril!
Eu, calmamente, respondo:
- Nunca mais faça qualquer tipo de brincadeira que envolva os meus cães. Certo? Aliás, nunca mais faça "brincadeiras" de primeiro de abril que coloquem meu coração acelerado e uma dor de cabeça e na nuca.
Para mim, não foi brincadeira. Só a idéia de perder os meus cães...
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Há 11 anos ...
| Acabadinho de chegar em casa... |
Tenho a impressão que meus pais sempre contaram com a companhia de cães e sempre os trataram como verdadeiros companheiros. E assim me ensinaram.
Pois bem.
O Kibon nasceu no dia 12 de Agosto. Infelizmente, o meu pai faleceu no dia 23 do mesmo mês. Nunca chegou a conhecer e muito menos a saber que, afinal, já tinha nascido aquele que viria a ser o “Kibon”.
Com a partida de meu pai, achei que um cão seria uma boa companhia para a minha mãe, enquanto eu estivesse a trabalhar.
Em conversa com uma vizinha, disse-nos que sabia de uma senhora cuja cadela tinha tido filhotes e que estaria a procurar donos. Ela própria marcou um encontro e lá fomos conhecer os cachorros.
A cadela-mãe era uma cocker spaniel de uma cor lindíssima. O pai? A dona não tinha certeza pois como o marido era caçador e tinha cães de várias raças… vai lá saber!
E lá estavam 3 filhotes: 2 machos e 1 fêmea. Disse logo que não queria fêmea. (A nossa Boneca ainda estava bem viva nas nossas memórias. Não queríamos outra fêmea para ocupar o lugar dela.)
| ... com 6 semanas. |
Minha mãe olhou-me e disse: “Parece que a escolha está feita, não? Ele gostou do meu colo!”
Confesso que não fiquei muito entusiasmada, afinal, um filhote muito paradão não é um bom sinal, certo? Mas, não tive coragem de contradizê-la. Ao ver minha mãe, com o seu luto carregado, sorrindo para aquele filhote… (ora, bolas!)… está feita a escolha! Porém, pelo sim, pelo não; fomos de seguida ao veterinário. E claro que tinha que haver um motivo para tamanha prostração: o bichinho estava carregadinho de vermes e pulgas!
Lógico que o nome estava escolhido: Kibon.
E assim o Kibon passou a ser o grande companheiro da minha mãe. Seguia-a para todo o lado.
Até quando estava a preparar as refeições, ele deitava-se entre seus pés.
| Sempre perto da minha Mãe. |
Lambia-lhe as mãos quando elas eram tomadas pelas dores da artrite. As dores que minha mãe sentia eram tantas que ela nem as mexia, nem falava nada, mas ele levantava-se de onde estivesse e vinha lambê-las. Será que ele “sentia” ou “cheirava” a dor? Não sei, pouco importa.
Também é claro que houve momentos de grande irritação, quando o “paradão” do Kibon destruiu a passadeira do corredor; comeu diversos chinelos; arrancou e rasgou a roupa do estendal; tirou as plantas e a terra dos vasos; estraçalhou a cortina da porta da cozinha; roeu os pés das cadeiras; desfez um taco de madeira do chão da casa; fez inúmeros buracos no chão de cimento do quintal; enfim…
Resumindo: Amo este cão! Com toda a sua personalidade, com todo o seu carinho, com aquele olhar tão meigo, com aquela patinha sempre a pedir festinhas.
Sim; sei que faz 11 anos.
Sim; sei que já vejo a sua barbicha a ficar branquinha.
Sim; sei que o seu coração já não é tão jovem.
Sim; sei que sinto um aperto no coração só de pensar que um dia…
Mas, enquanto ele for o nosso “cãopanheiro”, o nosso “anjo canino”, será sempre muito amado e tratado com todo o respeito que merece.
Parabéns, Kibon! (e que fiques muito tempo conosco)
| Kibon lindo! |
| Uma refeição diferente para um dia especial. |
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Anjos Caninos
| Tejo refletindo na vida! |
"Tenho por vezes refletido sobre a causa última que leva as vidas dos cães a ser tão curtas e chego à inequívoca conclusão de que é um ato de compaixão para com a raça humana: pois se sofremos o que sofremos pela perda de um cão com quem estivemos dez ou doze anos, o que aconteceria se eles pudessem viver o dobro desse tempo?"
(Sir Walter Scott)
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Meus Cãopanheiros
Olá, minhas Amigas,
Esta foto foi tirada pelo meu dono. E enviada, pela minha dona para vocês, "Meninas do Brasil".
E para quê?
Ora! Para matarem saudades, né?
Como podem ver, eu estou, firme, à vossa espera.
Ass: Tejo.
Oi, Grandes Amigas;
Esta foto também foi tirada pelo meu dono e também foi enviada pela minha dona.
Mas, sabem por quê estão recebendo?
Então, está na “cara”! (quer dizer: “focinho”)QUERO AS VOSSAS FESTINHAS!!!!!!!!
Ass: Kibon
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Sobre Cães...

Sim, gosto imenso de ler!
Sim, gosto imenso de ler livros sobre cães!
E o que faz tanta gente escrever sobre esse animal: o cão?
Afinal, o cão é apenas um animal “irracional”.
Alguém dirá: é um tema que vende bem!
Sim; mas os livros de dietas também vendem bem, assim como os de auto-ajuda; assim como os romances que viraram filmes; assim como os de figuras públicas…
Então porque será que se escreve tanto sobre esse animal? E já nem menciono os livros sobre treino e educação canina…
Para mim, é tão simples a resposta: amor canino.
Amor canino? Mas um animal irracional não tem sentimentos!
Sim, concordo! Acontece que, para imensas pessoas, o cão não tem nada de “irracional” (pelo menos, aos olhos dessas mesmas pessoas).
E acredito que qualquer dessas pessoas teria muitos motivos para escrever um livro sobre O SEU CÃO.
Dos livros que já li, uns são baseados em fatos reais, outros pura ficção (mas que poderia ser real).
Se alguém me pedisse para escolher UM que fosse o meu preferido, responderia: o do Kibon, do Tejo, da Boneca, da Luanda, da Nina, do Bambi, do Pimpão II, do Cookie e do Pimpão I. (todos estes animais, nada “irracionais”, fizeram parte da minha vida, sendo que os dois primeiros, ainda fazem).
Mas também poderia ser o livro da Tininha, da Teca e da Puppy. (as cadelitas das minhas grande amigas/irmãs).
Sem falar daquele livro do Nero, do Zambeze… e de tantos outros que pertenceram aos meus Pais.
Pois é isso mesmo; dos livros que li, não consigo escolher um. Todos falam de atitudes bem racionais, de atos de companheirismo, até arrisco a reafirmar, de amor canino. Mas se cada dono de cão escrevesse um livro sobre o seu cão… bem; com certeza que seria igual a tantos outros, porém seria bem diferente de qualquer outro.

Por quê?
Porque o NOSSO cão é ÚNICO!
E antes que surja a dúvida: mas ninguém escreve sobre gatos?
Oh, sim! Também há livros sobre esse animal cheio de personalidade e independência. E quando leio algum livro sobre Gatos, é para aprender mais sobre eles, isto é, sobre seus temperamentos.
Nunca tive um gato. Acho que não seria uma boa dona de gato. Acho que não saberia respeitar a sua independência.
Quem sabe… um dia!
domingo, 12 de junho de 2011
Meus CÃOpanheiros
Sinto uma grande paz quando olho para os meus cães. Eles fazem-me sentir bem. Eles "dizem-me" que, apesar de tudo, sempre haverá motivo para brincar, para sorrir para a vida.
Eles fazem-me sentir útil. Gosto muito deles.
Não; eles não são os meus "filhos". Eles são os meus ANJOS CANINOS. São os meus CÃOpanheiros.
Depois de ter aproveitado uma parte de meu tempo observando-os, vendo o seu sono tranquilo, ouvindo o seu ressonar, rindo com as suas travessuras... resolvi fazer estes filmes.
E dedico-os, especialmente, a três Grandes Amigas/Irmãs e sei que o amor que eu sinto por estes cães é igual ao que elas tamém sentem por eles e pelas suas "bebês": Puppy, Teca e Tininha.
sábado, 22 de janeiro de 2011
Tejo brinca. Kibon observa.
O Tejo e o Kibon receberam presentes das Amigas do Brasil: 2 ossos (um verde e outro amarelo).
Era suposto que fosse um osso para cada um mas o "grandão" tomou posse dos dois, apesar de gostar mais do verde. (E há quem diga que eles não distinguem cores. Será?)
Enquanto o Tejo brinca, à farta, o Kibon observa. O que será que ele pensa?
"Brinca à vontade, pois eu também brinquei muito quando era criança. Agora, sou um senhor que tem que se dar ao respeito."
Da minha parte, gosto de ver o companheirismo, a paciênia, a cumplicidade, destes cães.
Acredito que, se alguns seres chamados de "humanos", dedicassem uma parte da vida a observar certas atitudes "animais", tornar-se-iam verdadeiramente HUMANOS.
Dúvida?
Olhando esta "pose", fiquei com uma grande dúvida.
Esta posição quer dizer qual das seguintes opções?
"- Dona, olha como a minha barriguinha ficou linda depois de comer aquela pecinha do teu puzzle!"
Ou...
"-Dona, olha como a minha barriguinha está vazia. Vês? Não comi nenhuma pecinha do teu puzzle."
E agora? O que devo pensar?
(Acho que o Kibon sabe a resposta...)
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
A primeira anestesia do Kibon
Ontem o Kibon foi cuidar dos dentes.
Custou um pouquinho ver o Kibon a adormecer sobre o efeito da anestesia.
Depois nós saímos e deixámos o Kibon nas mãos de duas Doutoras.
A limpeza dos dentinhos durou +/- 45 minutos. (Para mim, uma eternidade!)
Eu estava um pouco nervosa; afinal o Kibon já tem 10 aninhos...
Uma das Doutoras avisou-nos assim que terminou a limpeza e disse-nos que poderímaos observar atentamente os dentinhos antes dele acordar. Os dentes realmente estavam limpinhos.
De seguida, deram o antídoto, para que o Kibon acordasse.
Aos poucos, os olhinhos começaram a piscar. Durou uns 5 minutos até acordar. (Eu não via a hora!)
Finalmente, o Kibon levantou-se. Ufa!
Estava completamente desorientado. Fartou-se de andar pelo consultório todo.
Fico imaginando o que se passaria por aquela cabecinha... Felizmente, os donos estavam com ele.
As Doutoras foram fantásticas. Muito pacientes e explicando tudo o que se estava a passar com o Kibon.
Trouxemos o Kibon para casa ainda um pouco confuso.
Depois de 2 horas já estava bem esperto, apesar de estar cheio de fome; pois ficou em completo jejum durante 24 horas.
Hoje já voltou a ser o nosso Kibon de sempre. Já comeu, já ladrou, já brincou. Pronto! Já passou!
(Como me apego a estes bichinhos!)
domingo, 5 de dezembro de 2010
domingo, 31 de outubro de 2010
Em dias de chuva...
Em dias de chuva, como hoje, adoro ficar em casa.
É tão bom ouvir a chuva a bater na janela,
ler um livro,
escrever no blog,
ver um bom filme,
com ótima companhia,
beber um cafézinho...
e ver os meus cães, enroscados,
a dormir, tranquilamente.
Paz!
Tranquilidade!
É tão bom!
domingo, 3 de outubro de 2010
Pense nisso...
Quando você abandona um cão porque já “não lhe serve”, seus filhos aprendem a lição. Talvez façam o mesmo quando você ficar velho.
sábado, 2 de outubro de 2010
Que vergonha!!!!
Hoje, assim que meu marido chegou do trabalho, implorei que levássemos o nosso Tejo ao veterinário. É claro que ele concordou (apesar de estar super cansado).
Chegámos ao consultório, esperámos a nossa vez e lá vem a doutora, acompanhada de outro doutor (para a vergonha ser maior).
A doutora perguntou se o Tejo já tinha ficha, pesou-o, pensando que estava na altura das vacinas.
Então, eu falei da minha grande preocupação: o Tejo tinha uns"caroços" na patas dianteiras!
Reação dos doutores: "São calos! Absolutamente normal! Mas que donos tão preocupados!"
Pois é. Eram SÓ calos!!!
Resolvi que devíamos sair, rapidinho, do consultório pois não sabia onde "enfiar a cara".
Qual o lado feliz desta história?
- O Tejo está bem!
sábado, 10 de julho de 2010
Tejo Paciente... até quando?
sábado, 29 de maio de 2010
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