Memorial

Companheiros de Pensamentos

terça-feira, 27 de julho de 2010

Miminhos

Agora com um bocadinho mais de tempo, venho actualizar e repartir os miminhos que recebi.
Recebi estes selos tão fofos de uma constante companheira, Verena, do blog Bichinhos Amados.


As regrinhas são passar para 5 blogs que amamos(só cinco!!!!! é complicado, pois amo todos...) , e os selinhos vão para:

http://sotepeco5minutos.blogspot.com/
http://paraladaslentes.blogspot.com/
http://valentinarosin.blogspot.com/
http://perolamarinhadois.blogspot.com/
http://conversasdaquiedali.blogspot.com/

Com o Prémio Dardos se reconhece os valores que cada blogueiro mostra cada dia no seu empenho por transmitir valores culturais, éticos, literários, pessoais etc., que, em suma, demonstram sua criatividade através do pensamento vivo que está e permanece intacto entre suas letras, entre suas palavras.

Recebi este selo de Ane Montarroyos, autora do blog Lacunas do Tempo, de EC, do blog Pontos de Vista e de Márcia, do Vitrine de Prata. E,

Ane também ofertou-me este selo.
Devo, então, responder a algumas perguntas e indicar 10 blogs para recebê-los.
Primeiramente, as perguntas e respostas:
1 - Por que acho que mereci o prêmio?
Porque procuro transmitir o que realmente penso, sinto.
2- Na minha opinião, qual post do blog é o que mais merece receber este selo?
O que fala dos meus pais.
3 - Do blog que me indicou, o que mais me agrada? Ele mereceu este prêmio?
O que mais me agrada no Lacunas do Tempo, no Pontos de Vista e no Vitrine de Prata?
TUDO! É claro que mereceram!
Abaixo, os blogs que indico (de forma, completamente, aleatória), apesar de saber que alguns já o receberam:
http://pudimeafins.blogspot.com/
http://sonhosdeumprofessor.blogspot.com/
http://diariodebordo-diaadia.blogspot.com/
http://ailhadaspalavras-alvarinhos.blogspot.com/
http://drfunkenstein-bigbird.blogspot.com/
http://pesodossentidos.blogspot.com/
http://jefhcardoso.blogspot.com/
http://rita-bueno.blogspot.com/
http://viverpuramagia.blogspot.com/
http://empensamentos03.blogspot.com/

Esta é a parte mais difícil, pois, para mim, todos os blogues que sigo merecem estes mimos...

Festa na Aldeia




Gosto de festas de aldeia.
Gosto de ver as pessoas envolvidas para tornar a aldeia mais bonita, enfeitada.
Gosto de ver os jovens envolvidos com toda a organização da festa.
Gosto destas tradições.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Até parece mentira!


Não, não abandonei este meu cantinho! Apenas ando às voltas com algumas tarefas (que até me dão prazer). Quero só agradecer todas as visitas, comentários e miminhos (em breve, coloco e cumpro as regras) que deixam neste meu cantinho.
Até já!

domingo, 18 de julho de 2010

Associação Protectora dos Animais do Cadaval

Roda Viva - Chico Buarque




Tem dias que a gente se sente
Como quem partiu ou morreu
A gente estancou de repente
Ou foi o mundo então que cresceu
A gente quer ter voz ativa
No nosso destino mandar
Mas eis que chega a roda viva
E carrega o destino pra lá
Roda mundo, roda-gigante
Roda moinho, roda pião
O tempo rodou num instante
Nas voltas do meu coração
A gente vai contra a corrente
Até não poder resistir
Na volta do barco é que sente
O quanto deixou de cumprir
Faz tempo que a gente cultiva
A mais linda roseira que há
Mas eis que chega a roda viva
E carrega a roseira pra lá
Roda mundo (etc.)
A roda da saia, a mulata
Não quer mais rodar, não senhor
Não posso fazer serenata
A roda de samba acabou
A gente toma a iniciativa
Viola na rua, a cantar
Mas eis que chega a roda viva
E carrega a viola pra lá
Roda mundo (etc.)
O samba, a viola, a roseira
Um dia a fogueira queimou
Foi tudo ilusão passageira
Que a brisa primeira levou
No peito a saudade cativa
Faz força pro tempo parar
Mas eis que chega a roda viva
E carrega a saudade pra lá


Visitei o blog da Regina Rosenbaum e RELI este poema que tem muito a ver, com alguns sentimentos que ocupam minha mente e meu coração.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Sr.Vinho

Escultura em ferro forjado, de Joana Vasconcelos,
intitulada "Sr. Vinho",
situada na praça do Mercado Municipal, de Torres Vedras,
em referência ao vinho produzido na Região Oeste.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Miminho

Recebi este selo da Laís, que muito agradeço, de coração.
Fui verificar quais as regras e aí vão:
- Dizer uma coisa que me deixa feliz:
Ter bons e grandes amigos.
- Dizer uma coisa que me deixa triste:
A hipocrisia.
Indicar 10 mulheres fabulosas.
(Esta é a parte mais difícil pois acho todas fabulosas, mas continuo a tentar não repetir muito, para mimar todas.)
8) São = http://mariaconceicaobanza.blogspot.com/
9) Pérola = http://perolamarinhadois.blogspot.com/

domingo, 11 de julho de 2010

Memórias geram memórias - 2

Ainda fazendo referência ao belo texto escrito por Carlos Albuquerque, sobre as Memórias de Luanda, e continuando a ir ao meu baú de saudades, relembro o marido da Ana. Não me lembro ao certo mas acho que primeiro tivemos contacto com o Castelo e depois com a Ana. Sei que só passado um tempo é que soubemos que eram casados.
“Aqueles homens altos de músculos desenhados, salpicados por gotículas de mar, que ali estão, são pescadores.”
Castelo era pescador e vivia numa comunidade de pescadores (pequena aldeia) na praia, perto da nossa residência.
Assim que chegava do mar, começava logo a percorrer as casas, para vender o produto de seu trabalho.
Tínhamos mudado para aquele local, recentemente e, aos poucos, meus pais e eu íamos aprendendo os costumes da terra.
Castelo visitou as cinco casas, antes da nossa, apregoando e vendendo o seu peixe fresquinho, acabado de sair do mar.
Chegou à nossa casa. Minha mãe foi ver o peixe que restava, escolheu o que queria e perguntou o preço.
O pescador disse o preço, bem além do que se pagaria numa peixaria (era o costume pois as senhoras regateavam e o pescador ia baixando o preço até chegar ao preço real). Minha mãe não reclamou, não regateou, não pechinchou, apenas pagou, exactamente, o que ele pediu.
Castelo já se preparava para seguir seu caminho quando minha mãe perguntou-lhe o nome e disse-lhe:
- Sr. Castelo, eu sou assim, não gosto de regatear, não sei pechinchar, nunca vai ouvir-me a reclamar do preço. Sempre pagarei o preço que o senhor achar que o peixe merece. Boas vendas e até à próxima. Sabe, a minha filha adora peixe, portanto, sempre vou querer peixe. Tenha um bom dia.
(E minha mãe era mesmo assim.)
A partir daquele dia, quando o Castelo regressava da pesca, passava pelas cinco casas, sem parar em nenhuma, mesmo sendo chamado pelas donas-de-casa, e a elas respondia: - Primeiro, a MÃE!
Primeiro ia à nossa casa para que a minha mãe fosse a primeira a escolher o peixe que quisesse.
Muitas vezes minha mãe não concordava com o preço do peixe. Achava que valia mais do que ele pedia. Mas não reclamava. Pagava o que Castelo pedia. Mas depois, quando ele já se preparava para seguir seu caminho, entregava-lhe o restante dinheiro para completar o valor que achava ser o merecido, dizendo: - Sr. Castelo, está calor, tome umas cervejinhas!
Também houve muitas vezes em que o Castelo, antes de ir embora, tirava lá do fundo um saquinho com peixes miudinhos e, entregando à minha mãe, dizia: - MÃE, para a “menina”.
Meu pai sempre foi um amante do saber. Mas não só o saber que se encontra nos livros. Era um amante do saber do homem do campo, do homem do mar.
Meu pai gostava de pescar, apesar de nunca trazer o peixe para casa (ele tirava o anzol da boca do peixe, com cuidado, e eu devolvia-o ao mar.)
Ao saber da aldeia perto de casa, um dia foi visitá-la. Foi se chegando devagarinho, com respeito. Foi sendo aceito, devagarinho.
Gostava de observá-los a arranjar o peixe para secar.
Não havia longas conservas mas havia grandes lições de vida.
A confiança ia crescendo.
Meu pai começou a ser chamado de “O MAIS VELHO”.
Um dia, encheu-se de coragem e desatou a fazer perguntas:
- Por que me chamam de “MAIS VELHO”? Eu sou mais novo que todos vocês.
E o Castelo respondia, simplesmente: - Ora; és “O MAIS VELHO”!
Meu pai insistia:
- E por que chamam a minha mulher de “MÃE”? Todas as minhas vizinhas também são mães e vocês chamam-nas de “DONA”.
O Castelo olhava e, simplesmente, respondia: - Então, “MAIS VELHO”; ela é a “MÃE”; pronto.
Então, meu pai desistia, apenas aceitava e respeitava os seus silêncios…

sábado, 10 de julho de 2010

Memórias geram memórias

Ao ler as “Memórias” do Carlos Albuquerque, foram reavivadas as minhas.
Carlos escreveu:
“a fumar um cigarro enrolado com a parte acesa virada para dentro da boca, como fazia a lavadeira da minha casa enquanto esfregava a roupa com o filho dormitando agarrado às costas por um pano envolvendo-lhe o peito.”; e logo lembrei da “nossa” Ana.
Ana lavava a nossa roupa, pois a minha mãe tinha um desvio da coluna que sempre lhe provocou muitas dores e que se agravavam quando fazia esforços.
Lembro, perfeitamente, a primeira vez que a Ana começou a trabalhar lá em casa.
Era hábito, além do salário, fornecer o pequeno-almoço, o “mata-bicho”.
Naquela primeira manhã, Ana chegou e foi logo para o quintal, onde estava o tanque e a roupa para ser lavada.
Minha mãe preparou o pão com manteiga para mim e para a Ana, colocou o café com leite nas nossas canecas e chamou a Ana para tomar o pequeno-almoço. Ana entrou, pegou a caneca e o pão e voltou para o quintal. Olhei para a minha mãe, espantada. Então? A Ana? Minha mãe disse que, se calhar, devia ter ido fechar a torneira mas foi ver e viu a Ana a comer, sentada no chão.
Voltou a chamá-la para comer na sala de jantar. Minha mãe teve que insistir para que ela entrasse. Ana entrou e minha mãe disse para se sentar à mesa, para tomar o pequeno-almoço connosco.
Aí a Ana disse um redondo NÃO!
Lembro tão bem!
- Não, eu fico em pé e vocês sentadas.
Eu tinha 8 anos. Sem pensar duas vezes, levantei-me e disse: - Se Ana pode comer em pé, eu também posso; não é, mãe?
Minha mãe olhou-me com um olhar cúmplice, voltou-se para a Ana e, num tom baixo, disse-lhe: - Está a fazer com que minha filha me desobedeça!
Ana olhou-a muito séria. - Não. Não quero causar isso!
E, a partir dessa manhã, sempre que Ana vinha lavar a roupa, tomávamos o “mata-bicho” sentadas à mesa. Poucas conversas mas grande ternura.
Lembro do cigarro. Fazia-me uma aflição enorme ver aquilo. Certo dia, perguntei-lhe se dessa forma não doía, não queimava. Ela mostrou-me o céu-da-boca, dizendo: Agora já não dói, já estou acostumada.
Durante o tempo que a Ana trabalhou lá em casa, teve um filho, um lindo bebé que levava amarrado às costas e, desse jeito, trabalhava.
Minha mãe insistia para que colocasse o bebé nas nossas camas, para que não ficasse ao sol, ao calor, mas ela sempre dizia que não fazia mal, que sempre era assim nas outras casas, onde trabalhava.
Confesso que usei um pouco de chantagem emocional ao dizer-lhe que ela só não deixava porque não confiava em mim, por ser ainda uma criança. A Ana tinha um coração nobre, grande carácter, e para provar que confiava em mim e na minha mãe, deitou seu filho na minha cama.
Ele era lindo! Tão rechonchudo! Fiquei encantada a olhá-lo e minha mãe reparou que os olhos de Ana encheram-se de lágrimas, de comoção. Mais tarde, quando já tinha mais uns aninhos, percebi o porquê dessas lágrimas: a convivência entre os seres humanos podia ser sempre assim…
Não tenho nenhuma foto da Ana, nem do marido Castelo, nem do filhote. E porquê? – Foto, não! Rouba-nos a alma!

Tejo Paciente... até quando?


(Ok, dono, troxeste uma bolinha para mim.

Fiquei muito feliz, muito contente.

Gostaria muito de continuar a brincar com ela,

Eu já estou sentado, bem quietinho, bem comportado.

E agora?

Quando é que te resolves a dar-me a minha bolinha?)

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Não entendo... :(



Hoje, da janela da sala, enquanto estou a trabalhar no computador, ouço os sinos a tocar por quem já partiu. Nas aldeias de Portugal, ainda há esse costume; os sinos dobram quando alguém morre.
Aos poucos, pessoas chegam à igreja, para velar e depois acompanhar o cortejo fúnebre até ao cemitério.
E é aí, que eu não entendo...
Por quê as pessoas vão aos velórios?
Por quê as pessoas querem acompanhar o caixão até ao cemitério?
Meus pais diziam que era para sermos solidários na dor daqueles que eram mais próximos da pessoa que partiu e, na medida do possível, dar o nosso apoio, o nosso ombro, o nosso abraço, o nosso silêncio triste.
Mas não é isso que eu vejo. O que eu vejo, são pessoas chegando "numa boa", sorrindo, rindo, alegres porque já não viam o fulano e o beltrano há muito tempo, a perguntarem como têm passado, a falar da vitória da Espanha, etc. E como consigo perceber tudo isso da janela da minha sala? Tão simples! O convívio é tão efusivo que mais parece uma Festa de Aldeia.
Enquanto isso, dentro da igreja, há pessoas que sentem o peso enorme da tristeza, da solidão e, para mim, o peso da falta de respeito com a sua dor.
Não percebo! Se não estão solidários na dor, porque vão? Para fazer número?
Quantas vezes, meu pai estava em casa, a ouvir música no seu rádio, e, assim que ouvia o dobrar do sino, desligava, imediatamente, o rádio. Eu perguntava-lhe: "Mas o pai sabe quem morreu? Conhece?" E ele, olhava para mim, com uma cara de espanto, e respondia: "E interessa saber quem morreu, Ana Paula! Alguém morreu e, por isso, devemos respeitar a dor daqueles que o perderam. Se acontecesse contigo? Perderes alguém de quem gostavas, irias gostar de ouvir música ou pessoas rindo? É apenas uma questão de respeito, filha."
Uma questão de respeito.
Quando perdi meus pais, meus filhos, meus tios, assisti ao mesmo. Quando as pessoas vinham falar comigo, vinham cabisbaixo, mas assim que se afastavam... Sim, graças a Deus, tive muitas pessoas a meu lado, sempre solidárias com as minhas perdas; não só naqueles momentos, como depois.
Pessoas que me conhecem, dizem que sou radical, que devia ser mais complacente, pois bem. Prefiro continuar a "ouvir" o meu pai: "É uma questão de respeito!"
Portanto, no meu entender, se não é para ser solidário com a dor, por favor, não é preciso "fazer número".

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Cotidiano dos nossos professores...

(Recebi o seguinte texto de uma colega, por e-mail. Pode parecer anedótico mas, realmente, é o que vivemos nos dias de hoje.)

Faço projectos, planos, planificações;
Sou membro de assembleias, conselhos, reuniões;
Escrevo actas, relatórios e relações;
Faço inventários, requerimentos e requisições;
Escrevo actas, faço contactos e comunicações;
Consulto ordens de serviço, circulares, normativos e legislações;
Preencho impressos, grelhas, fichas e observações;
Faço regimentos, regulamentos, projectos, planos, planificações;
Faço cópias de tudo, dossiers, arquivos e encadernações;
Participo em actividades, eventos, festividades e acções;
Faço balanços, balancetes e tiro conclusões;
Apresento, relato, critico e envolvo-me em auto-avaliações;
Defino estratégias, critérios, objectivos e consecuções;
Leio, corrijo, aprovo, releio múltiplas redacções;
Informo-me, investigo, estudo, frequento formações;
Redijo ordens, participações e autorizações;
Lavro actas, escrevo, participo em reuniões;
E mais actas, planos, projectos e avaliações;
E reuniões e reuniões e mais reuniões!...

E depois ouço,
alunos, pais, coordenadores, directores, inspectores,
observadores, secretários de estado, a ministra
e, como se não bastasse, outros professores,
e a ministra!...

Elaboro, verifico, analiso, avalio, aprovo;
Assino, rubrico, sumario, sintetizo, informo;
Averiguo, estudo, consulto, concluo,
Coisas curriculares, disciplinares, departamentais,
Educativas, pedagógicas, comportamentais,
De comunidade, de grupo, de turma, individuais,
Particulares, sigilosas, públicas, gerais,
Internas, externas, locais, nacionais,
Anuais, mensais, semanais, diárias e ainda querem mais?
Querem que eu dê aulas!?...

(São as aulas que nos dão força para realizar isto tudo. É dentro de uma sala de aula, com os nossos alunos, que esquecemos toda esta burocracia. Desenvolvendo o trabalho, directamente com as minhas crianças, é que sinto orgulho de ser Professora.)

terça-feira, 6 de julho de 2010

"O Que É, O Que É?" - Gonzaguinha

Eu fico
Com a pureza
Da resposta das crianças
É a vida, é bonita
E é bonita...
Viver!
E não ter a vergonha
De ser feliz
Cantar e cantar e cantar
A beleza de ser
Um eterno aprendiz...
Ah meu Deus!
Eu sei, eu sei
Que a vida devia ser
Bem melhor e será
Mas isso não impede
Que eu repita
É bonita, é bonita
E é bonita...
E a vida!
E a vida o que é?
Diga lá, meu irmão
Ela é a batida
De um coração
Ela é uma doce ilusão
Hê! Hô!...
E a vida
Ela é maravilha
Ou é sofrimento?
Ela é alegria
Ou lamento?
O que é? O que é?
Meu irmão...
Há quem fale
Que a vida da gente
É um nada no mundo
É uma gota, é um tempo
Que nem dá um segundo...
Há quem fale
Que é um divino
Mistério profundo
É o sopro do criador
Numa atitude repleta de amor...
Você diz que é luxo e prazer
Ele diz que a vida é viver
Ela diz que melhor é morrer
Pois amada não é
E o verbo é sofrer...
Eu só sei que confio na moça
E na moça eu ponho a força da fé
Somos nós que fazemos a vida
Como der, ou puder, ou quiser...
Sempre desejada
Por mais que esteja errada
Ninguém quer a morte
Só saúde e sorte...
E a pergunta roda
E a cabeça agita
Eu fico com a pureza
Da resposta das crianças
É a vida, é bonita
E é bonita...

Após um ano, volto a colocar a mesma música. Nem me lembrava que já a tinha posto aqui. Acontece que aprendi que não devemos ter vergonha de ser feliz. Aprendi que devemos valorizar todas as "migalhas" de felicidade que nos caem no colo. Aprendi que, mesmo que muitas vezes esteja errada... é a Vida!

domingo, 4 de julho de 2010

Mercado Medieval - Óbidos





E ainda deu tempo para dar um pulinho ao Mercado Medieval, em Óbidos.
Acho esta vila linda, mas confesso que gosto mais de passear por suas ruas quando não há feiras...

Reabastecer energias



A papelada já está (quase) terminada mas há sempre tempo para viver mais um dos meus "momentos mágicos".
Desta vez, foi um pic-nic no meio de um pinhal, em Ferrel, e olhando a dança dos pinheiros, ao som do vento, não há como não reabastecer energias.
Como dizia o grande Gonzaguinha, eu sei que a vida devia ser bem melhor mas acredito que devemos "sugar", ao máximo, tudo o que nos possa dar satisfação, prazer, paz, harmonia. E assim foi.
Aos poucos, vou visitar todos os meus Companheiros de Pensamentos. Aguardem-me.